Clique para ouvir em uma janela Pop-Up
O programa da semana é diferente de tudo que já fizemos. É coisa de fã, totalmente dedicado a uma música: Bohemian Rhapsody * da banda inglesa Queen, que é considerada um dos maiores rocks de todos os tempos, se é que pode ser chamada de rock. O programa foge completamente da temática do Café Brasil, mas TINHA que ser feito e foi uma curtição montá-lo, com cinco horas de gravação e edição, contra a hora e vinte dos programas tradicionais. Com um trabalho minucioso de edição do Lalá Moreira, vamos desmontar a música e falar sobre ela. Se você gosta de Bohemian Rhapsody *, vai se emocionar... Na trilha sonora, Brian May, John Deacon, Roger Taylor e Freddie Mercury, do Queen, William Shatner, Jake Shimabukuro e a banda canadense The Braids. Apresentação de Luciano Pires.
Bom dia, boa tarde, boa noite. Bem, o programa de hoje é daqueles ame-o ou deixe-o. Se você não curte o Queen, a banda inglesa Queen, pode mudar de canal...
Hoje vou atender a um capricho meu, incentivado por um ouvinte. É o seguinte: a música Bohemian Rhapsody * do Queen é uma das três ou quatro que quero levar comigo quando morrer. Não sei explicar direito, mas sou apaixonado por ela. O programa de hoje será inteiramente dedicado a ela, diferente de tudo que a gente já fez aqui no Café Brasil. Vou atender um sonho antigo meu.
Pra começar, uma frase do próprio Freddie Mercury:
O que é que eu estarei fazendo daqui a vinte anos? Estarei morto, querido! Cê tá louco?
E o exemplar de meu livro NÓIS...QUI INVERTEMO AS COISA da semana vai para o Vinicius Paraíba, que comentou um de nossos programas assim:
"Olá Luciano! Estou enviando essa mensagem para lhe contar que hoje eu me emocionei ouvindo um programa do Podcast Café Brasil. Não... não é o programa sobre amigos que se foram, nem sobre mães. O programa que me emocionou, por incrível que pareça, foi o “Videoke”...
Hoje, viajando de ônibus de Bauru para São Paulo, ouvi mais uns cinco programas e entre eles o sobre Videoke. O episódio mostra como algumas formas de tecnologia atrapalham a diversão familiar tirando o lado humano e pessoal. A cada exemplo dado dos tipos de cantores de videoke, eu me divertia. Me identifiquei com o pessoal que adora cantar e se esgoelar nas músicas dos Mamonas Assassinas.
Eu percebi, durante todo esse tempo ouvindo o Café Brasil, que o “pograma” dificilmente tem uma música estrangeira (com exceção do “Globalização”). A surpresa maior foi quando você colocou Bohemian Rhapsody *, para dar um exemplo de música que fica boa em formato MID. Sou muito fã do Queen e apaixonado por essa música... e foi isso que me emocionou.
Bohemian Rhapsody * é a música que eu mais ouvi em toda a minha vida e eu digo isso com toda certeza do mundo. Quando eu era pequeno, eu, minhas irmãs e primas colocávamos essa música em “loop”, na sala de casa, com o som bem alto. Não só essa, como outras músicas do Queen e de grupos como The Beatles, Pink Floyd e Led Zeppelin. Eram as únicas opções que a gente tinha para ouvir no meio dos LPs (e depois CDs) do meu pai. E eu agradeço a ele por isso todos os dias.
A mudança da música MID para a original me arrepiou. Tocou meu coração e me fez lembrar todos os momentos “musicais” que eu passei e ainda passo com meu pai. Todos DVDs que ele já colocou para eu assistir, todas as músicas que ele me ensina, até hoje, a ouvir.
O programa foi magicamente finalizado com essa música e com uma revelação sua, contando que sempre gostaria de colocar Bohemian Rhapsody * no Café Brasil e nunca tinha achado uma maneira de encaixá-la.
Achei bonito isso e percebi, ali, que eu não era o único fã da banda. De alguma forma me identifiquei e precisei escrever para te contar. Espero que tenha gostado. Parabéns pelo programa e continue assim!
Vê se você consegue fazer um programa só com versões de Bohemian Rhapsody *, igual você fez no programa do Jeca Tatu! Hehehe!
Depois gostaria de saber se tem como eu acompanhar um dia de gravação de programa com você. Abraços”.
Olha só que legal Vinicius! Você me deu o pretexto que eu precisava... E é claro que pode acompanhar uma gravação. Aliás, todo ouvinte é bem vindo. É só mandar um email pra gente que arranjamos pra você assistir.
E olha só. O Vinicius escreveu pra falar de um programa e ganhou outro programa. E um livro. E você aí, hein?
E então... era o começo de 1976. Eu tinha 20 anos e estudava no Mackenzie, recém-chegado de Bauru. Numa daquelas festinhas que a molecada da faculdade fazia um dos amigos mais descolados chamou todo mundo na sala, pegou um elepê importado, novíssimo, e disse:
- Fiquem quietos e ouçam isso.
O barulhinho da agulha no acetato podia ser ouvido por todos, criando uma expectativa. E então entrou uma coisa diferente de tudo que eu já havia ouvido. Um coro, a capela, cantando uma coisa assim:
Is this the real life?
Is this just fantasy?
Caught in a landslide
No escape from reality...
Isso é a vida real?
Isso é só fantasia?
Pego num desmoronamento
Sem poder escapar da realidade
Cara...aquilo foi uma bomba. Dava pra ver nos olhos da molecada, que nem fazia ideia do que vinha pela frente... Muito tempo depois fui saber que aquela introdução, no pedacinho que cantei aqui, foi gravada todinha com a voz de Freddie Mercury em várias camadas, embora no vídeo da música apareçam todos os componentes da banda cantando. Depois de 15 segundos é que entram as vozes de outros dos dois componentes da banda, o baterista Roger Taylor e o guitarrista Brian May.
A letra trata de um garoto pobre, (I´m Just a poor boy) que não precisa de compaixão, pois é fácil de lidar (easy come, easy go), com altos e baixos (little high, little low). Então entra um piano com acordes que grudam na mente da gente, dando início a uma balada...
O piano é seguido do baixo de John Deacon, o quarto integrante da banda. Freddie começa lentamente, até mudar para um canto rasgado, arrebatador...
Ele explica para sua mãe que acaba de matar um homem, com uma arma contra sua cabeça e, ao fazê-lo, jogou sua jovem vida fora. Diz à mãe que não tinha intenção de fazê-la chorar e que se amanhã, nesta mesma hora, ele não estiver de volta, que ela siga a vida, como se nada realmente importasse.
Bom. Você reparou que tinha entrado a bateria do Roger Taylor, né. Pois é.
Então vem a segunda estrofe mostrando que o narrador está abatido. Entram a guitarra de Brian May já preparando a música para um crescendo. A letra diz assim
Tarde demais, chegou minha hora
Sinto arrepios em minha espinha
Meu corpo está doendo toda hora
Adeus a todos - eu agora tenho que ir
Tenho que deixar todos vocês para trás
E encarar a verdade
Mamãe, eu não quero morrer
Às vezes eu desejo nunca ter nascido
Too late, my time has come
Sends shivers down my spine
Body's aching all the time
Goodbye everybody, I've got to go
Gotta leave you all behind
And face the truth
Mama, oh, I don't want to die
E então entra a terceira parte. O inesquecível solo de guitarra de Brian May. Ouça.
Aí, cara, chega a quarta parte, a grande surpresa: ópera. Nesse ponto, a molecada estava estatelada, ninguém se mexia, ninguém entendia o que estava acontecendo...
A letra parece descrever a jornada do narrador a caminho do inferno. Ela diz assim:
Eu vejo uma pequena silhueta de um homem
Palhaço, palhaço você fará o fandango
Raios e relâmpagos me assustam muito, muito.
Galileu, Fígaro - magnífico
I see a little silhouette of a man
Scaramouch, Scaramouch will you do the fandango
Thunderbolt and lightning, very, very frightening me
Galileo, Figaro, magnifico
É uma loucura...essas citações...
Scaramouch é um personagem cômico da comédia dell-arte italiana do século 17. Galileu Galilei é o famoso astrônomo, o inventor do telescópio. Fandango é uma dança do período barroco, criada na região de Portugal e Espanha. Fígaro pode ser um monte de coisas, mas no caso deve ser o personagem central da ópera O Barbeiro de Sevilha.
As citações de Scaramouch, Fandango, Galileu Galilei, Fígaro e mais à frente, Bismillah representariam facções rivais em luta pela alma do narrador, terminando com Belzebu, um dos nomes do capeta.
E a letra continua como num embate entre as duas facções:
Mas eu sou apenas um pobre menino e ninguém me ama
Ele é só um pobre menino de uma pobre família
Poupe sua vida desta monstruosidade
Fácil vem, fácil vai - vocês vão me deixar ir?
Em nome de Allah! Não - nós não o deixaremos
Deixe-o ir
Não o deixe ir - deixe-me ir, nunca
Oh mamma mia, mamma mia, mamma mia deixe-me ir
Belzebu, tem um diabo reservado pra mim
But I'm just a poor boy and nobody loves me
He's just a poor boy from a poor family
Spare him his life from this monstrosity
Easy come, easy go, will you let me go
Bismillah! No, we will not let you go
Let him go
Will not let you go, let me go, never
Oh mama mia, mama mia, mama mia let me go
Beelzebu has a devil put aside for me
E então a coisa explode na quinta parte, com um rockão pesado de dar arrepios. Detalhe: o solo de guitarra foi escrito por Freddie Mercury.
Freddie canta raivosamente os versos dirigidos a alguém não especificado, que dizem assim:
Então você acha
Que pode me apedrejar e cuspir em meus olhos?
Então você acha que pode me amar
E me deixar pra morrer?
Oh baby - não pode fazer isso comigo, baby
Só tenho que sair
Só tenho que sair logo daqui
So you think
You can stone me and spit in my eye
So you think you can love me
And leave me to die
Oh baby, can't do this to me baby
Just gotta get out
Just gotta get right outta here
Algumas pessoas interpretam esses versos como um flashback que relata os momentos anteriores ao assassinato do homem citado no começo da letra. E então vamos para o final...
E no final a obra retorna ao ritmo inicial da balada, com a letra sugerindo uma forma de resignação:
Nada realmente importa
Qualquer um pode ver
Nada realmente importa
Nada realmente importa pra mim
E de qualquer forma o vento continua soprar...
Nothing really matters
Anyone can see
Nothing really matters
Nothing really matters to me
Anyway the wind blows
Nessa altura a molecada estava caída no chão.
Cara, eu não sei pra você, mas para mim essa música descreve direitinho - não na letra, mas no ritmo, na levada - uma relação sexual. Ela começa mansinho, vai esquentando, pega fogo, explode e depois acalma...
Bem, centenas de gravações da Bohemian Raphsody foram feitas.
Essa que você ouve ao fundo é uma delícia. O instrumento é o Ukulele, aquele cavaquinho havaiano, tocado por um japonês: Jake Shimabukuro. Ouça só que maravilha...
O título Bohemian Rhapsody * parece ser uma paródia. O compositor Franz Lizst compôs Hungarian Rhapsody, por exemplo. “Rhapsody” define um peça de música clássica com seções distintas, tocada como movimento, geralmente com temas. O nome “Bohemian” é um adjetivo, que diz respeito a um grupo de artistas que viveu entre 100 e 200 anos atrás na Europa, desafiando as regras da sociedade. Daí o termo “boêmio”.
Expliquei a letra com base em algumas versões que circulam por aí, mas nem Freddie nem os outros integrantes da banda jamais explicaram o que a letra quer dizer, de verdade. Preferiram deixar o mistério no ar, com os fãs e estudiosos enlouquecendo atrás de explicações, que vão desde um livro de Albert Camus chamado O Estrangeiro passando pela versão de que seria um assassino suicida, até um lançamento lá no Irã com a explicação de que a música trata de um jovem que acidentalmente matou uma pessoa e, como o Fausto de Goethe, vendeu sua alma ao diabo. Na noite anterior à sua execução ele chama por Deus em arábico – o termo Bismallah, e com a ajuda de anjos retoma sua alma das mãos de satã. Legal né?
Cara, tem de tudo no Youtube... Essa é uma versão com William Shatner, lembra dele? O Capitão James Kirk da Jornada nas estrelas? Pois é. Ouça só.
Pois então... quando essa música foi lançada, em 1975, ninguém havia feito nada igual. Até então a maior loucura havia sido Stairway to Heaven com o Led Zeppelin. E o Pink Floyd com aquele som inovador. Mas ninguém ainda tinha misturado rock com balada e ópera como fez Freddie Mercury.
A música, com quase seis minutos (dizem que a versão original tinha sete minutos), assustou as gravadoras. Ninguém queria apostar, dizendo que as rádios não tocariam, que seria um fracasso. Numa jogada genial, os produtores vazaram a gravação para uma rádio na Inglaterra, que começou a tocar a música em partes. Fizeram o mesmo com uma rádio nos Estados Unidos. E o que se viu foi o público implorando às gravadoras por uma música que elas relutavam lançar...
O resultado foi o topo da parada inglesa. Primeiro lugar em 1975 por nove semanas. Só saiu de lá quando Mamma Mia do ABBA estourou nas paradas. E o mais interessante é que quando Freddie Mercury morreu de AIDS em 1991 a música foi relançada e retornou para o primeiro lugar na Inglaterra onde permaneceu por cinco semanas.
Nos Estados Unidos foi diferente. No lançamento a música ficou em nono lugar. Em 1992, depois que a música apareceu no filme Wayne´s World, Quanto Mais Idiota Melhor, aqui no Brasil, a música chegou ao segundo lugar...
Que tal essa? É a versão da banda canadense The Braids...
Bohemian Rhapsody * sempre está entre as listas das mais importantes canções de todos os tempos.
Pessoalmente, quando ouço essa música sinto uma reação corporal estranha. Os batimentos cardíacos e a respiração aceleram. É como uma droga... Meu corpo pede mais, e mais e mais. Enquanto escrevi este programa ouvi sem parar e tenho certeza que vou ouvir mais.
Em 2004, numa pesquisa realizada na Inglaterra, a música ficou em segundo lugar, atrás apenas, sabe de quem?
A Whiter Shade of Pale do Procol Harum
A whiter shade of pale
We skipped a light fandango,
Turned cartwheels 'cross the floor.
I was feeling kind of seasick,
But the crowd called out for more.
The room was humming harder,
As the ceiling flew away.
When we called out for another drink,
The waiter brought a tray.
And so it was that later,
As the miller told his tale,
That her face at first just ghostly,
Turned a whiter shade of pale.
She said there is no reason,
And the truth is plain to see
That I wandered through my playing cards,
And would not let her be
One of sixteen vestal virgins
Who were leaving for the coast.
And although my eyes were open,
They might just as well have been closed.
And so it was later,
As the miller told his tale,
That her face at first just ghostly,
Turned a whiter shade of pale.
Um Tom Mais Branco de Palidez
Nós dançamos o suave fandango
Batemos palmas pelo salão
Eu estava me sentindo meio enjoado
Mas a multidão pedia mais
O barulho no salão estava ficando maior
Quando o teto voou longe
Quando pedimos mais uma bebida
O garçom trouxe a bandeja
E foi aí que mais tarde
Quando o moleiro contou sua história
O rosto dela, a princípio apenas fantasmagórico,
Ficou com um tom mais branco de palidez
Ela disse: não há razão nenhuma
E a verdade é clara.
Mas eu me distraía no meu jogo de cartas
E não a deixava ser
Uma das dezesseis virgens vestais
Que estavam partindo para o litoral
E embora meus olhos estivessem abertos,
Seria melhor se eles estivessem fechados.
Ela disse: estou de férias em casa
Embora na verdade estejamos no mar
Então eu a peguei olhando do espelho
E a forcei a concordar
Dizendo: você deve ser a sereia
Que levou Netuno para um passeio
Mas ela sorriu para mim tão tristemente
Que minha raiva passou imediatamente
Se a música pode ser o alimento do amor
Então o riso é sua rainha
E da mesma forma, se atrás é na frente
Então na verdade a sujeira é limpa
Minha boca até então feito um papelão
Parecia escorrer através da minha cabeça
Então de imediato nós mergulhamos rapidamente
E atacamos a cama do oceano
Bohemian Rhapsody * é até hoje uma das mais complexas gravações já executadas. É tão complicada que o Queen nunca pode tocar ao vivo. Sempre recorreu a um vídeo no momento da ópera. Aliás, o vídeo oficial dessa música é histórico também: foi gravado em dez horas, custou algo em torno de 6 mil dólares e tornou-se o primeiro vídeo clipe da história, pois foi o primeiro a ser gravado diretamente em vídeo. Depois dele é que as gravadoras acordaram e veio a MTV...
A gravação foi extremamente complexa. Usou vários estúdios, custou um monte de dinheiro. Usou os 24 canais que eram o que havia disponível naquela época, com fitas que eram emendadas à mão, com adesivo.
Essa que você está ouvindo é uma das 24 trilhas. O piano original de Bohemian Rapsody.
E agora eu vou fazer uma sacanagem. Eu vou levar você comigo pra dentro do estúdio lá em 1975, imagina só.
Quem está tocando esse piano é o Freddie Mercury e eu vou pedir pro Lalá, o nosso mago, pra apresentar pra gente algumas coisas. Lalá, você tem ai, por acaso, a guitarra do Brian May?
Que é isso, meu? Tá arrepiado é? Então imagina só. Lalá, me dá ai o baixo do John Deacon.
Cara! Você está ouvindo as gravações originais. Tá se imaginando lá? Eu vou trazer agora a bateria. Roger Taylor.
Que louco né! E a parte operística então? Que tem as vozes do Freddie Mercury , do Bryan May e o Taylor?
Eles gravaram durante cerca de 10 a 12 horas por dia. 180, aquilo que a gente chama de overdub separados que depois foram combinados pegando um alcance vocal fabuloso. A voz mais aguda é do baterista Roger Taylor, fica no Freddie com os médios e o May com os graves.
Lalá. Manda o coro pra gente ouvir agora.
Agora, pra quebrar suas pernas, de vez, eu vou fazer o seguinte: imagina que você está lá no estúdio de gravação, você está dentro da técnica, tá olhando através do vidro e lá do outro lado você está vendo Freddie Mercury colocando a voz nessa música. Olha só.
Essa obra saiu da cabeça do Freddie Mercury. Ele a escreveu na casa dela, montando pedaço a pedaço, dirigindo as gravações.
Ele a ouviu dentro do cérebro antes de tê-la pronta, o que é fascinante.
Bohemian Rhapsody * tem aquela mágica que as obras de Picasso, Michelangelo, Beethoven, Charlie Chaplin têm. Obras de gênios, que estão prontas em suas cabeças antes de serem criadas e que, quando são finalmente paridas, transformam nossos sentidos.
Você até pode argumentar que colocar Freddie Mercury na mesma sentença de Pablo Picasso é uma heresia, mas fique frio... Estou comparando o processo criativo, a capacidade de enxergar o que ainda não existe, a coragem de juntar fogo e água, de quebrar o convencional, de construir uma obra capaz de emocionar...
Ah cara! Se você não gosta de Bohemian Rapsody, é uma pena! Perdeu a oportunidade de ficar arrepiado do jeitinho que estou agora.
Se você quer mais, dê uma busca no youtube. Tem várias versões da música. E no Itunes eu achei mais de 700 opções. Dá pra se divertir um bocado.
E é assim, ao som de Farrokh Bulsara, o garoto nascido nas Tanzânia e que se transformou em Freddie Mercury e morreu em novembro de 1991, que este Café Brasil especial que homenageou a mim, ao Vinicius e a você que ama Bohemian Rhapsody *, vai saindo de mansinho.
Se você não gostou, não se apoquente. Semana que vem a gente volta ao normal...
Com Lalá Moreira na técnica, o artista que tem a responsabilidade por este programa aqui, porque a costura musical foi uma loucura, Ciça Camargo na produção e eu aqui, flutuando no ar, na direção e apresentação: Luciano Pires.
Estiveram conosco o Vinícius Paraiba, William Shatner, Jake Shimabukuro, The Braids, Procol Harum, John Deacon, Roger Taylor, Brian May e Freddie Mercury. Tá bom assim?
Este é o Café Brasil, que é feito pra gente capaz de se emocionar com uma música, capaz de reconhecer uma manifestação de genialidade, capaz de aceitar gostos diferentes dos seus.
Pra terminar vamos com uma frase de Brian May, o guitarrista do Queen:
Passei 20 anos de minha vida construindo o Queen e agora gasto anos de minha vida tentando me livrar dele.

Comentários
Adorei o podcast!
Acabei de ouvir na sequência os episódios Sorriso de Duchenne e agora Bohemian Rhapsody!
O resultado disso? Um largo e indelével sorriso de uma orelha a outra!! Se tiveres razão sobre o sorriso e a alegria serem contagiosas garanto a você que todas as pessoas num raio de 500 metros ao meu redor está às gargalhadas!!!
Bohemian Rhapsody é sem dúvidas uma das músicas mais empolgantes e motivantes de todos os tempos!!
Ao ouvir este episódio em meu MP3 Player lembrei-me de cara da versão dos Muppets que vigora no alto dos vídeos que você colocou neste post! É de enlouquecer como os titereiros da equipe de Jim Henson e Frank Oz conseguiram (ainda que de leve) pegar o espírito do Queen e representá-lo de maneira tão lúdica, não concorda? Estou certo que sim!
Porém vejo que você achou apenas um trecho do clip. Eis o clip completo: http://www.youtube.com/watch?v=-NKp3ylXsaw&feature=fvst
Fica aqui meus parabéns e meus agradecimentos por este episódio fantástico!
E se aceitas uma sugestão, acho que Imagine de John Lenon também renderia um ótimo Cafézinho!
Vida Longa e Próspera
Nunca comentei por aqui, mas desta vez vou ver se ocupo alguns minutos escrevendo, ouvindo... adivinha o quê?
Bohemian Rhapsody, assim como pra você, pra mim é uma música muito especial e forte.
Não lembro ao certo quando a ouvi pela primeira vez, - talvez durante a infância, talvez depois de aprender a ouvir música, mas já passei horas e horas debatendo (e cantando) com meus dois melhores amigos sobre qual seria o sentido dessa canção.
Semana passada, voltando da faculdade, eu estava ouvindo Bohemian Rhapsody no volúme máximo dos meus fones de ouvido. Percebi que a minha amiga, ao me lado, estava rindo. Pois é, sem perceber comecei a cantar sozinho no ônibus justamente a parte da ópera.
Conheço vários viciados, por assim dizer, que ficarão chocados ao ouvir este programa - hmmm, vai lá - épico.
Aí vai uma ilustração da música feita apenas com os memes da internet.
http://9gag.com/gag/641081
Um abraço !
descobri seu portal e podcast a pouco tempo e fui fisgado logo no primeiro programa que escutei, Ding Ling. Desde então, não tive escolha senão me embrenhar numa jornada cultural através dos programas anteriores.
Este novo programa, apesar de fugir um pouco do tema padrão, foi um verdadeiro deleite aos meus ouvidos, transportando-me ao estúdio de gravação e, por que não, ao interior da mente deste ótimo compositor.
Obrigado a você e sua equipe por mais este presente.
luciano pires, mais uma vez, fazendo das suas com os programas de cafe brasil.
segui voce deste Peru, agora estou mais pertinho, ca em manaus, Brasil. Soue peruano de nascimento, mais quero ser brasileiro de coracao...
fico grato em continuar recibendo e eis mais que um prazer escutar o senhor...
obrigado,,,
Surpreendente as gravações dos canais individuiais. O solo do Fred é emocionante.
Obrigado pela supresa!
abraços e continuo recrutando voluntários para a despocotização em massa!
aLx
Obrigado por esse programa! Cada parte da música, separada por canais!! O QUE É ISSO? Como eu consigo isso também?
Chorei que nem um condenado ouvindo! Hehehe!
Parabéns, parabéns e parabéns por esse programa.
Não preciso nem dizer que se tornou o meu episódio favorito do Café Brasil, né?
Abraços e um ótimo fim de ano!
Eu fique surpreso e muito feliz com esse tema do programa, ja que sou apaixonado por queen, tendo ela como uma das 5 melhores bandas de todos os tempos na minha classificação.
Normalmente ao comentar aqui eu tento ser mais polido e falar corretamente, mas dessa vez não posso deixar de dizer que: PQP que programa foda pra caralho!!!!
eu nunca tinha parado para ler a letra dessa musica e fui descobrindo partes dela de acordo com o tempo e pelas vezes que ouvia, mas uns 20% da letra eu ouvia errada e inventei a minha própria versão hehehe.
Ao ouvir você desconstruir a musica, eu percebi que ela é uma real obra de arte, inclusive dando a chance de variadas interpretações um grande abraço do seu Ouvinte Fabiano
caceta
vcs fizeram de novo!
obliteraram meu cerebro e me fizeram chorar como uma menininha! até recebi no ônibus um olhar de compaixão pelo meu "sofrimento" rs... quisera eu poder dizer que ñ era sofrimento: "é alegria dona!!!!"
eu ñ estava triste! as lágrimas apenas saiam! =D
mas pesado mesmo foi qdo "viajamos" pelo estudio e ouvi faixa a faixa... nessa hora aproveitei q estava sozinho já na rua e deixei sair...
imaginar os caras gravando, dando o seu melhor, transformando o ar em arte, me fez lembrar muita coisa c/ os caras da minha banda, as gravaçoes, tardes de criaçao, shows juntos - tudo junto... e por fim me lembrou as escolhas q temos q fazer... assim como o "poor boy" da musica q teve q abandonar as coisas q lhe davam sensaçao de segurança porque a situaçao simplesmente mudou... me bateu muita saudade
alem desse aspecto pessoal, tem o musical né: estamos falando de queen porra! rss uma pusta banda!
dios salve la reina!!!!
lalá, ciça e luciano,
obrigado
obrigado
obrigado
obrigado
obrigado por obliterarem meu cerebro DE NOVO!
johmeira
Confesso que me emocionei, adoro essa música, Queen é bom de mais!
Parabéns Cissa, Luciano e Lalá, e muito obrigado pelo momento cultural que vocês nos oferecem todas as semanas!
me considero um habitual ouvinte recente do podcast Café Brasil. Explico melhor: recentemente, coisa de poucos meses atrás, depois de ter escutado meu primeiro podcast, não resisti e baixei vários anteriores para não ficar no atraso deste trabalho incrível. Até estranhei o espaço semanal quando caí na realidade da frequência natural do Café Brasil.
Adotei de coração a causa e acredito plenamente que este é um dos caminhos para tentarmos mudar o status quo da cultura pocotó que se instalou neste nosso tão querido e promissor Brasil. Além de fã, procuro ser, humildemente, um multiplicador.
Mas hoje, depois de escutar o podcast do Bohemian Rhapsody, penso que houve uma superação. Não tenho a pretensão de achar que o estilo irá mudar, até mesmo porque acho que o padrão do podcast é o ideal. Mas hoje que incrível foi esmiuçar pouco a pouco esta música ícone, não digo nem de uma época, pois que esta, como muitas outras, são atemporais.
Acompanhar cada trecho, a letra, conhecer detalhes da criação, e consequentemente, admirar cada vez mais - pois já era fã - este artista sensacional que foi o Freddy Mercury, e a banda Queen, foi uma satisfação enorme. Este podcast ficará guardado e acessível, acabou virando um podcast de cabeceira.
Parabéns! E, se você quer saber, sugiro, vez ou outra, repetir a dose do formato, em cima de obras primas da música - estrangeira ou não.
Aquele abraço!
Claudio.
Eu sou um fã inveterado de música e Queen está entre minhas bandas preferidas de rock, junto com Metallica e Ramones. E vasculhando em minha mente acho que os conheci com Bohemian Rhapsody, é uma música realmente fora de série, assim como você fico sem fôlego sempre que ouço ela. Mas a sensação que você descreveu durante o programa eu senti com the wall do Pink Floyd... o conceito de o disco todo ser uma história pra mim foi extasiante.
Excelente programa, me fez voltar a querer ouvir rock... ultimamente só tenho escutado blues e as músicas escolhidas para os CB anteriores.
Um abração.
Conheci o Site através do PodCast Papo de Gordo, onde você participou falando sobre "preguiça".
Adorei o programa, principalmente por estar falando de Queen e em especial de Bohemian Rhapsody.
A maestria de seus comentarios sobre a letra, e os fatos importantes que mencinou sobre a produção foram fenomenais. Bohemina Rhapsody é uma obra da humanidade, daquelas que seão lembradas por gerações e greações. Ja me tornei ouvinte assiduo do seu programa, pois gosto muito de adiquirir conhecimento e cultura.
Um forte abraço e continue com o excelente trabalho.
Eu te escrevo desde Buenos Aires, se Deus quiser logo estarei morando entre vocês porque Deus diu pra mim a felicidade de conhecer a mulher de meus sonhos ,uma doce filha de sua terra que desde ja faz tempo eu também chamo de meu Brasil.Eu conheci de seu programa por uma professora de minhas aulas de português e a verdade eu fiquei apaixonado com cada um dos podcast , o simples de suas palavras as reflecoes mais profundas com cada pensamento que você descreve em cada programa.Até hoje em meus 56 anos eu nunca assisti com tanta emocao a gravacao de uma cancao como nesse podcast de Bohemiam Rhapsody. Eu te agradeco por tudo o que você brinda em cada programa e é um prazer pra mim escutar seus palavras que realmente ajudam a consertar nosso espíritu . Valorar as coisas simples da vida nos faz sentir melhor sentir o arte de criar é um canto para nossos sensos e nossos coracaoes.Desculpa meu ruim português no é culpa da professora sou eu um alumno mais o menos, afff. Meu abraco de amistade e meu acompanhamento sempre.
Oscar
Meu contato com o Queen foi um pouco mais tarde, é claro, afinal sou de 1987. Meu padrinho, falecido há pouco tempo e com quem eu tinha muito contato, desde pequeno deixava rolando rock e modas de viola no último volume quando eu ia visitá-lo.
E música é um negócio engraçado. Mesmo passivamente, vai pegando a gente e quando a gente percebe, já é fã e conhece de cabo a rabo todas as passagens.
Graças a esses felizes momentos, um dia tive um estalo e pensei "também quero fazer isso aí". Decidi que seria músico. E pra ser sincero, por uma série de motivos que não caberia citar aqui, escolhi a música erudita, que ainda estudo e para a qual espero um dia poder contribuir.
Mas, apesar da escolha pela música erudita, o rock sempre foi e será minha paixão, e toda vez que pensava em desistir ou algum amigo, parente ou conhecido vinha dissuadir-me dessa opção, era no Queen que me apoiava, ao lembrar do maravilhoso álbum 'A Night At The Opera", de onde saiu a Bohemian Rhapsody. A força, a paixão, o ímpeto criativo e o arrebatamento causado por essa e outras músicas do Queen me inflamam de tal maneira que me fazem almejar com toda a força criar obras fantásticas que emocionem, intriguem ou deliciem a quem ouvir. Não sei se um dia conseguirei fazer algo nesse nível, ou além, ou aquém, mas enquanto eu ouvir essa e outras músicas com a paixão e a 'invejinha boa' que eu sinto, minha força de vontade há de superar qualquer dificuldade que se apresentar.
Obrigado, Luciano, e até mais!
Esse episódio do Café Brasil foi uma superação total de todo o histórico. Mas estou escrevendo para elogiar uma estrela que para mim brilhou mais forte: Lalá Moreira.
Você entregou um material genial para que ele trabalhar, e o Lalá surpreendeu. O modo como ele fez a música "esperar" pela sua narração, sem quebrar abruptamente o que estávamos ouvindo antes foi uma obra de arte. A impressão que dava era que sua voz dançava em harmonia com a música.
Luciano, parabéns! Você trabalhou com um material feito por gênios, e nos ajudou a enxergar melhor essa genialidade.
Tenho de confessar: Sempre ouvi falar de Queen pra lá, Fred Mercury pra cá, mas infelizmente nunca tinha parado pra me aprofundar mais sobre a maravilha que havia ao redor dessa banda! Amei esse cast particularmente, pois achei fenomenal esse estilo de narrativa. Pegar uma música e debulhá-la, apresentando dados sobre os compositores, sobre os músicos e o melhor: sobre a história que a música conta. Espero que, de tempos em tempo, possa haver mais casts nesse mesmo estilo, explicando tim-tim por tim-tim o mundo que há por trás de uma obra de arte como essa! Meus parabéns por esse ótimo trabalho. Continuem assim. Abraços.
Eu ainda brincava com bonecas e ouvia As Melindrosas quando Bohemyan Rapsody foi lançada. Naquela idade, o rock ainda não havia entrado em minha vida. Contudo, meu pai era amante da boa MPB e cresci ouvindo Cartola, Geraldo Pereira, Assis Valente, bossa nova, dentre outros. Era um mundo musical maravilhoso aqueles discos de vinil, coleções inteiras com Donga, Caymi, Luis Gonzaga que papai colocava no toca-discos Gradiente e me chamava para ouvir. E eu gostava tanto.
Mas então chegou a adolescência e aconteceu o primeiro Rock in Rio... E conheci o Queen... E ouvi Fred Mercury cantando Love of My Life... E me apaixonei por aquela música nova para mim. Lembro-me de sair para comprar todos os LPs do Queen e papai olhando para eles com cara de desgosto. Imagina, tão orgulhoso ele era de sua filha admiradora da boa MPB e agora lá estava eu, enlouquecida ouvindo um bando cabeludo com um sujeito muito suspeito cantando. E enquanto dentro do meu quarto eu devorava aquele som diferente ele ficava na sala com seus discos. Tentava dividir com ele meu entusiasmo com aquela descoberta mas ele dizia impaciente: "não entendo o que eles estão dizendo, como posso ouvir?"
E assim algumas semanas se passaram até que em uma tarde qualquer, provavelmente depois da aula de inglês, cheguei em casa e coloquei Bohemyan Rapsody no aparelho de som Gradiente na sala. Afinal, Bohemyan Rapsody merecia um som Gradiente. E aquele som maravilhoso invadiu o apartamento! E eu cantava e dançava e tentava acompanhar Fred cantando. Terminei minha apresentação, guardei o disco e me juntei a papai e mamãe na mesa de jantar. E foi em um tom quase displicente que papai perguntou: "O que diz a letra desta música, filhota?" - ele me chamava de filhota. E passamos todo o jantar e mais algumas horas após e outras tantas tardes tentando compreender aquela letra.
Foi Bohemyan Rapsody que me reaproximou musicalmente de papai. Hoje, ainda ouço a boa MPB e sabe o que papai comentou sobre o último show dos Rolling Stones no Rio? - "Não é que os velhinhos sabem mesmo tocar?
Um grande beijo para você, obrigada mais uma vez e diga ao Lalá que ele é um gênio!
Abraços e parabéns!
Continue com o grande trabalho.
um grande abraço e continuem com este trabalho maravilhoso!
Desculpe, mas eu sou daqueles ouvintes que não comentam. Pois é, gostando ou não, sou sim mais um daqueles milhares que você possui e que provavelmente continuarão sem comentar.
Sei que você precisa desses comentários pra "manter" o podcast e blá, blá, blá... mas, desculpa, não gosto de comentar. Gosto de ouvir o podcast e continuar com os fones nos ouvidos por mais algum tempo, no silêncio, refletindo sobre o assunto enquanto dou continuidade ao meu trabalho.
Hoje não. Hoje foi diferente. Ouvi o podcast e quando chegou ao fim pensei "Não. Preciso ouvir de novo!”. Assino o Café Brasil pelo iTunes há anos, já ouvi todos os episódios disponíveis e pela primeira vez, repeti instantaneamente um podcast. "É hoje! Vou comentar!". Parei tudo o que estava fazendo aqui no meu trabalho pra fazer o meu 1º comentário. Então aí vai:
Luciano. Muito obrigado!
Agora dá licença que vou ouvi-lo novamente!
Me sinto mt comtemplado com o programa.
Ainda não o ouvi, mas desde já agradeço.
Obrigado
Gostaria de dar uma idéia, fazer um programa deste todo mês, trazendo clássicos do rock (Led Zeppelin, Beatles,Rolling Stones, etc).
Obrigado
Eu não poderia deixar de comentar nesse podcast.
Eu comecei a gostar do Queen através de minha mãe que ainda é muito fã e sempre gosta de ver algum DVD da banda ou ouvir algum CD. E assim eu comecei a gostar também, e minha musica preferida sempre foi essa, a Bohemian Rhapsody. É uma musica que consegue mexer com as emoções de quem ouve. É tudo fantástico.
Ao ver o título dessa edição do Café Brasil - Bohemian Rhapsody - minhas expectativas foram às alturas, e não fui frustrado, o podcast realmente está fantástico, e, na minha opinião, o melhor que já ouvi.
Luciano, parabéns por esse excelente trabalho realizado.
Abraço.
Proponho mais programas especiais como esse, acho que você e sua equipe tem um grande talento para poder abordar diversos assuntos e sempre que tentam inovar acabam acertando acho que até mais do que nos programas do dia-a-dia.
Enfim, continue assim Luciano e Boa Sorte nessa sua empreitada podcastal. Abraços>
Eu não poderia deixar de comentar nesse podcast.
Eu comecei a gostar do Queen através de minha mãe que ainda é muito fã e sempre gosta de ver algum DVD da banda ou ouvir algum CD. E assim eu comecei a gostar também, e minha musica preferida sempre foi essa, a Bohemian Rhapsody. É uma musica que consegue mexer com as emoções de quem ouve. É tudo fantástico.
Ao ver o título dessa edição do Café Brasil - Bohemian Rhapsody - minhas expectativas foram às alturas, e não fui frustrado, o podcast realmente está fantástico, e, na minha opinião, o melhor que já ouvi.
Luciano, parabéns por esse excelente trabalho realizado.
Abraço.
Maravilha !!!!!!!
Escrever mais que isso, é encher linguiça.
Não ouso............
Parabéns Luciano e toda a equipe!!!
Simplesmente demais!!!
Farrokh Bulsara, O grande Freddie Mercury para nos seguidores eternos deste esplêndido e inquestionável ser humano, mais do que merecia esta Super homenagem, é inacreditável como uma pessoa pode mudar opiniões e criar seguidores imortais de seus trabalhos. É isso que precisamos pontuar como vontade de superar barreiras e atingir o inatingível, ele conseguiu, e eternizou este trabalho que será tocado por anos, por gerações e sempre será tema de estudo, só porque ele mudou o foco. Freddie foi e sempre será o cara!
Esta música mexe comigo, tenho uma relação muito próxima com minha mãe e a maneira como Fred Marcury diz Mama quase me faz chorar quando a ouso.
Obrigado pelas explicações da letra!
Meu nome é Jefferson, tenho 32 anos sou professor.
Acompanho o Café Brasil desde o dia que você foi à Rádio Fobia, desde então, não perco um. Já recomendei aos amigos, pai e alunos, sou professor universitário, e seus textos fazem parte das introduções das aulas.
O que me impressiona no seu programa, não é o assunto em si, que claro, é um espetáculo, mas a trilha sonora, a música sempre faz sentido com o assunto, a música complementa e concebe vida ao assunto.
Pelo Café Brasil, conheci maravilhosas bandas, as quais eu não sei como não as conhecia antes, como Luiz Tati, Marcelo Jeneci, Rhaisa Bittar, etc..
Eu escuto cada programa no mínimo 4 vezes, sempre.
Na primeira avalio o conteúdo, na segunda, atenção dedicada à trilha sonora, depois, escuto novamente o conteúdo, criando minhas objeções e interpretações.
Deve ser trabalhoso o processo de pesquisa, parabéns a você, à Ciça e ao Lalá.
Quanto ao programa 275 - Bohemian Rhapsody , foi um espetáculo a parte, eu sou apaixonado por música, para mim, é fácil a função “repet” funcionar durante 3 meses em uma banda só.
De forma superficial, eu já tinha escutado Bohemian Rhapsody, mas confesso nunca ter me atentado e nem sabia quem era o compositor, quando escutei a introdução do programa, no qual você falaria sobre uma música, para mim, não havia dúvidas, seria tremendo! Confio ao Café Brasil o assunto música, no entanto, não achei que seria tão bom, me emocionei todas as vezes que escutei o programa, sua intervenção explicando a história me fez ficar arrepiado diversas vezes, a contextualização dada à letra estrangeira facilitou a compreensão.
Parabéns Luciano, o Café Brasil consegue fazer de uma música, um assunto que ecoará na minha cabeça enquanto eu pensar.
As composições deles mexem comigo , muito. A primeira música deles que escutei foi Bicycle Race, fiquei me perguntando quem são esses doidos que fazem música com buzina de bicicleta ? Emprestei o Greatest Hits I da minha prima e levei um ano pra devolver. E depois de ouvir os 2 primeiros albuns, deconhecidos da maioria dos não fãs, falei pra mim mesmo: gênios! Composições belíssimas, tem que ouvir 10 vezes para captar todas as nuances. Queen é música que se sente.
Hoje temos muito ritmo e pouca melodia, a música que realmente faz "sucesso" é pobre na sua essência de música. Ainda bem que temos vc e seu time para mostrar as coisas boas que foram e são produzidas aqui e também fazer estes resgates de obras-primas da música mundial.
É realmente maravilhoso pensar que toda essa obra surgiu na mente de Freddy Mercury e foi transcrita de forma tão brilhante por ele e seus companheiros, com sua "química" e sintonia dentro do estúdio e no palco, mais ou menos como a de vc e sua equipe, que neste podcast foram para além da excelência. Classifico também como a melhor obra do Cafe Brasil, seria a sua "Cafe Rhapsody".
Muitas pessoas confundem o artista com a pessoa, desmerecendo a obra por conta do comportamento na vida privada, acho que isso pode gerar mais um podcast sobre intolerancia sob este aspecto , não ?
Por favor faça isso mais vezes!!!
Grande abraço !!
Eduardo
Esse programa mexeu comigo, me emocionou, me deixou arrepiada... não dá pra descrever as emoções que vivi...
Sou seu ouvinte através de podcast a mais de 2 anos e aprendi com você a valorizar musica brasileira de qualidade. Mas vou ser bem sincero! Sempre achei que você radicalizava demais ao não incluir boas músicas internacionais e nacionais (normalmente rocks) mesmo quando o assunto permitiria a associação.
Acho que da mesma maneira que devemos ter a cabeça aberta para conhecermos as músicas de qualidade que não tocam na mídia, devemos ter a mente aberta para percebermos que existem rocks internacionais e nacionais que podem ser classificados tranquilamente como musica de qualidade!
Poucas vezes me animava ao ouvir algum pedaço de Raul Seixas ou Titãs em seus textos, mas nunca deixei de ouvi-lo pois suas "iscas intelectuais" realmente são muito proveitosas. Lembro do dia em que vibrei ao ouvir U2 no podcast em que um ouvinte comentou sobre a Irlanda e torci para que isso voltasse a ocorrer mais vezes, mas infelizmente isso não aconteceu.
Qual não foi o meu extase ao ouvir hoje pela manhã, o podcast sobre o meu conjunto preferido - Queen - e seu hino insuperável e inesquecível - Bohemian Rhapsody. Esse foi certamente o podcast que me causou a maior alegria e emoção ao ouvi-lo e certamente ficará arquivado em meu ipod para ser ouvido inúmeras vezes.
Gostaria de aproveitar o contato e a satisfação que esse podcast me causou para lhe propor o seguinte:
- para que você não desvirtue o Café Brasil, porque você não cria um segundo podcast com o modelo deste 275, onde você poderia analisar músicas e filmes clássicos que milhares de pessoas tem na memória mas muitas vezes não conhece com tantos detalhes e informações como você consegue coletar? Esse podcast não precisaria ser semanal e poderia até ser gravado em dois idiomas (português/inglês) para começar a transformação do Café Brasil em uma multinacional globalizada (o nome pode ser Brazilian Coffe, rs, rs, rs). Fica a sugestão.
Parabéns pela superação. Você consegue ser cada vez melhor naquilo que você se propõe a fazer.
Um abraço
Alexandre Dantas
Limeira (SP)
Que viagem! No tempo, em mim...
Fiquei abraçada com a minha filha de 13 anos, ouvindo...
Impossível conter as lágrimas. Ela sem entender e eu tb...
Minha especial reverência por esse programa
Querido Luciano.
Aqui estou, no meu trabalho, com os olhos marejados depois da minha caminhada matinal diária de 20 minutos.
Preguiçoso que sou e sempre fui, acabei chorando por vários motivos hoje durante o programa Bohemian Rhapsody. Este não é o único comentário dizendo que as lágrimas rolaram, eu sei. Mas tenho que lhe falar! Sempre gostei do Queen, mas foram poucas as músicas que li suas traduções, já que não sou fluente em inglês, e esta música estava na lista "Não sei do que esta música está falando". Só recentemente li a tradução no melhor estilo "Karaokê" com a versão do Willian Shatner, citada e tocada aqui no Podcast. Pois bem... Foi estranho andar pelas ruas de Alphaville, lugar onde trabalho, pertinho do seu estúdio, e ver pessoas me olhando e se perguntando porque um cara chora caminhando a essa hora da manhã, ouvindo alguma coisa nos fones. Se eu pudesse e tivesse a oportunidade de explicar pra cada um que me olhou com estranhamento diria, sem medo: "Estou ouvindo música de verdade, e choro porquê me emociono com coisas boas."
Me senti naquela sala, junto com você e seus amigos de faculdade. Consegui sentir o ambiente silencioso e a ansiedade de todos esperando por uma notícia catastrófica ou algo assim, e não muito diferente da expectativa, todos ficaram emocionados com a "notícia" musical, inclusive eu, ali no cantinho com os outros ouvintes.
Das milhões de versões desta linda música, a que vai ficar gravada na memória será esta que você mostrou das várias trilhas separadamente. Foi lindo!
Amigo Luciano Pires, não tenho palavras pra agradecer o que cada podcast me proporciona, mas creio que apenas um OBRIGADO não seja o suficiente.
Forte abraço de um garoto pobre, nesta realidade e fantasia.
Forte Abraço
Parabéns a você por se renovar, emocionar e nos informar com qualidade usando a música como instrumento.
abraço, Julio
Ouví muito Queen na minha adolescencia. Genesis com Super's Ready também matou a pau no disco Foxtrot.
abraço Luciano, nem imaginava que voce curtiu os bons rocks dos anos 70. Sem falar no Yes, com Tales from topographic Ocean, Close to the Edge, The Yes Album e outros grandes sucessos!
YES Forever!! Ouça o disco Magnification do Yes - a musica In The Presence Of.
Afonso
Renato Morais Fernandes
Não sou fã do Queen!
Quando ouvi seu podcast, caí pra trás! E-S-P-E-T-A-C-U-L-A-R...
Não é à toa que é um dos mais comentados.
Queria dizer muita coisa, mas tá tudo dito aí em cima...infelizmente, não será desta vez que deixarei um comentário, logo, não ganharei - ainda- um livro seu...mas me aguarde!
Desde que tropecei no Café Brasil, no Itunes (foi o primeiro podcast que eu escutei na vida) não consigo mais ouvir rádio.
Meu Pendrive está com todos os seus podcasts possiveis de baixar pelo Itunes. Infelizmente, não dá pra baixar desde o primeiro...consegui só os últimos 158 e já ouvi TODOS, alguns mais de uma vez.
Faço 50 km de ida e mais 50 de volta do trabalho, pela Dutra. Dá pra ouvir de 3 a 4 podcasts por dia...Êeeh! isto se eu não der a "sorte" de pegar um engarrafamento...hehehe...neste caso, a overdose é inevitável e muito bem vinda...quem diria, hein?
Estou em dívida com meus comentários, eu sei! por conta disto, já baixei o "Everest" no Kindle e espero ganhar o "Nóis" de amigo oculto hoje no trabalho...vai ficar faltando o "Pocotó", quem sabe, né?
Ah, mais uma coisa...algumas sugestões de assuntos: (1) vc é um crítico ácido nas questões pseudo-ambientais, e eu concordo, e adoro...que tal um podcast sobre SustentHabilidade, pegando a linha de sua palestra? (2) a mesma posição provocadora faz, em alguns programas vc ser acusado de capitalista e reacionário, como vc mesmo já disse, e em outras casos, trafegar pelos caminhos vermelhos do comunismo ou do socialismo, criticando abertamente fatos tipicamente capitalistas, inclusive muitos "cases" (discutíveis) de Marketing, onde vc mesmo atuou por tanto tempo. Que tal abordar o Cooperativismo e tentar posicioná-lo nesta discussão? hehehe...que enrrascada, amigo!
O Café Brasil é assim...mexe com a gente. Comecei a escrever achando que não ia comentar, e acabei fazendo um comentário...
Obrigado, Luciano, por incomodar tanto!
Recentemente, ouvi uma frase que fritou meu cérebro.
"TUDO na vida é feito com base em interesse"
Neste caso, por puro interesse, desejo um 2012 rico de inspirações pra vc, que certamente retornará repleto de provocações pra todos nós.
Um Abraço,
Flávio Werneck
Você destrinchou perfeitamente esta música que é a mais fodástica de todos os tempos.
Parabéns, você fez um trabalho perfeito.
Seu fã, Anderson
Não costumo comentar por aqui, não sou dado à escrita, embora leia os comentários e acredite que eles sempre, de um jeito ou de outro, acrescentam algo. Mas, desta vez, não tem como não falar: quando pensei que você não teria como se superar, você vem com esse "Bohemian Rapsody"......e me deixou sem palavras, então aqui vai um "comentário de quem ficou sem palavras"!!
Meu filho do coração, o caçula, ouvindo o seu programa tão especial lembrando do quanto eu amo a banda Queen e a admiração que tenho por Freddy Mercury me enviou via e-mail .
Adorei o programa me emocionei e como você mesmo disse me arrepiei , mas a minha alegria foi em dobro porque ele, meu filho, teve o carinho e a lembrança de me enviar. Você além de ter feito um lindo programa você uniu o coração de mãe e filho com Bohemian Rhapsody, um filho fisicamente tão distante, mas muito mais próximo no dia de hoje.
Um abraço
Alda Cunha Marcato
Piracicaba -SP
Abraço e fique com Deus!!
Nunca havia escutado um podcast seu e, na verdade, quase nada sei a seu respeito, infelizmente. Com Bohemian Rhapsody você prestou um serviço a todos os fãs do rock progressivo, nos quais eu me incluo, e principalmente aos aficcionados do Queen e de sua obra.
Parabéns e obrigado!
Werner.
essa música é o mito da caverna a serviço do Rock, numa mistureira de coisas em uma música sem refrão.
Não entendeu?
Eu explico. Esta música tem alusões diversas à alegoria Mito da Caverna de Platão, ao contar a história de um homem que tenta sair de seu "mundo de aparências" e encontrar um "mundo real".
Achei importante destacar esse ponto!
Um abraço,
Luiz Carlos - Londrina - 34
Outro assunto é dos amigos que partiram.. foi bem profundo, me fez lembrar de muita gente q passaram na minha vida e que nao vejo mais a tempo, algum morreram, outros simplesmente se foram e numca mais vi.
com essa matéria sobre a música Bohemian Rhapsody nao pude ficar indiferente e quis comentar, antes até de terminar o podcast, e venho aqui pra falar que sou fã dessa musica tbm, e que isso sim é uma musica de qualidade, onde deveria ser pauta para matéria escolar, hoje em dia a juventude é alienada, e pra muitos adolecentes eu pergunto: vc conhece led zeppelin, queem, abba, perguntei até pra uma menina que trabalha comigo sobre legião urbana, ela simplesmente falou " o que é isso?
-voce nao conhece legião? nunca ouviu falar de Renato russo?
-eu não, respondeu ela com um ar de superior... como se fosse brega... e voltou a escutar rihanna... nao estou desfazendo de ninguem nem menosprezando o gosto de ninguem, mas por favor, preciso falar mais alguma coisa?
falta inteligencia musical, intelectualidade sonora, isso é influencia pura, sou musico e desenhista, tenho 3 bandas e ja fui chamado variaS vezes para tocar musicas descartáveis...mas não, prefiro ficar com as clássicas, e essa é uma musica que tive o prazer de tirar de ouvido e ficar martelando, a pessoa que escuta por menos sensível q seja sente a pegada, mas quando voce toca ela vc percebe com clareza o que os integrantes pensaram quando criaram.. e vc pena: "isso é genial " =) nessa musica minha interpretação é que o freddie havia descoberto a homossexualidade e viu que não dava pra fugir disso e foi ai que ele "meteu um tiro na cabeça de um homem" e o matou, saca!!!
um grande abraço Luiciano, vou começar a escrever em seus podcastes, pois acho q isso é importante pra todos compartilharem informações e ampliar o horizonte sobre a mente alheia, aliás, gostaria de ouvir mais sobre a postura humana quando exposto em certas situações assim como vimos na "teoria das vidraças quebradas".
segue 2 links:
um sósia perfeito do freddie mercury, tanto fisico como voz, e uma execução perfeita dessa musica no violão http://www.youtube.com/watch?v=dREKkAk628I
http://www.youtube.com/watch?v=pZ9jrBg4Lwc
Concordo com o que você disse, e o mesmo serve para filmes. Amo de paixão filmes antigos (mas antigos MESMO, de Hitchcock pra trás), e acho uma estupidez certas pessoas tirarem sarro de mim por causa disso, acharem brega, fazerem o "ar de superioridade" que você falou. Tem tanta gente hoje em dia querendo ser celebridade, e poucos que realmente querem (ou têm SENSIBILIDADE, INTELIGÊNCIA e TALENTO para) serem artistas no VERDADEIRO sentido da palavra. Também, pudera. A mídia de hoje tem MUITA CELEBRIDADE E POUCO ARTISTA. O que mais me enfurece é a mania ridícula que a mídia tem de comparar, por exemplo, essas pseudoatrizes de hoje com as divas verdadeiras e geniais que eu cresci assistindo e (merecidamente) idolatrando. Pra maioria da população que não tem cultura, isso pode parecer normal e até verdadeiro, mas é algo que ofende a minha inteligência e a minha capacidade de discernir o que presta e o que não presta, quem é artista MESMO e quem só carrega esse título. Concordo com você que essa molecada atual se deixa enganar porque não tem referências, não tem cultura, a maioria é tudo cabeça-feita pela mídia. Tem as raras exceções, claro, mas eu estou falando das REGRAS. E não é só: essa molecada tá muito criada em condomínio e prédio. Falta QUINTAL pra essa garotada. Que as referências de outras épocas sirvam, então, como uma espécie de quintal psicológico, sacou? RSRSRSRS Abraços de uma idealista incorrigível igual a você e ao Luciano...
Sem dúvida a música foi feita após ou durante A DESCOBERTA de que FREDDY estava com AIDS.
O choque de quem se achava infalível DESMORONOU...
abraços
roberto
Confesso que sempre que vejo um programa Café Brasil "especial" ou algo diferente do tradicional fico meio chateado... prefiro o formato tradicional, que já me acompanha há um tempo considerável.
Conheço a banda Queen de nome, e basicamente por aquela música "We are the champions", mas nunca dei qualquer importância.
Contudo, fiquei I-M-P-R-E-S-S-I-O-N-A-D-O com esta "Bohemian Rhapsody", nunca ouvi algo desse tipo, não sei nem classificar que gênero poderia enquadrá-la. Melhor assim, ela vai muito além de simples classificações.
Senti algo semelhante ao que sentiste quando o teu amigo apresentou esse clássico a você.
Eu sei que tenho a ouvido diariamente, desde quando ouvi o respectivo programa, e com certeza vou levá-la para toda a vida também.
Um abraço,
Demais...
Lembrou o meu filho, que gosta desta música.
Acho que eu já cometei sobre ou meu filho em algum outro Podcast aqui.
Abraço,
Nogueira
Uma dúvida ou adendo sobre a descrição de "Galilleo, Galilleo". Não seria devido aos galileus, habitantes da Galiléia? Tipo nos tempos do Cristo...Sempre achei q na música a intenção era essa, mas qm poderá saber?rs
Cara, me arrepiei com o podcast e me arrepio com a música sempre. Vc narrando qdo o pessoal escutou a primeira vez em 76 me fez viajar no tempo antes de eu ter nascido (81). Enfim, Parabéns!! Dissecar Queen é sempre viajante.
Encontrei uma versao meme do Bohemian-rhapsody no blog do ahneglao.com.br, em formato infografico, que é um destes jpgs com várias "páginas" que vão narrando uma história conforme arrastamos o mouse.
Joguei num editor de vídeo e...
O blog é http://www.ahnegao.com.br/2011/05/bohemian-rhapsody-versao-memes.html
Quando me recuperar comento...
Bom, mas vou deixar este link (http://www.youtube.com/watch?v=2Iiy_YfpVn0) de vídeo no YouTube, com uma interpretação da música (e com o mote de quebrar todos os canais de gravação), pois assistí-lo foi o que me fez lembrar de comentar o programa.
E o Pink Floyd heim? Daria um ótimo programa também...
Um abraço...obrigada
O link deste seu programa me foi enviado por meu irmão, o dentista Marcello Iamarino, de Itapira.
Agora, serei fiel seguidora de seu programa, direto aqui de Praia Grande!
Katia Giulietti
jornalista
Muito obrigado por esses dois pod´s sobre Bohemian Rhapsody, Luciano e equipe parabéns pelas belas palavras, mais uma vez obrigado.
meus amigos falam do seu podcast direto tem uma semana [descobrimos um pouco tarde, admito] e realmente tinham razão.
Nossa, parabéns!
Senti arrepios!!!!
=)
Parabens!
Meu nome é Leonardo, tenho 30 anos, sou Analista de Sistemas e moro em Goiânia-GO.
Escutei o episódio sobre Bohemian Rhapsody na semana que foi publicado. Mas só hoje mostrei para um colega de trabalho que é muito fã de Queen! Nem precisa falar da reação dele né!? O marmanjo ficou arrepiado e não conseguia tirar o sorriso do rosto enquanto ouvia o programa! Mas enfim, depois da dose de cultura Queen, ele me mostrou este vídeo que você com certeza vai adorar também!! http://www.youtube.com/watch?v=tgbNymZ7vqY
Uma paródia muito criativa e para quem for da minha geração
"década de 80" vai ser muito nostálgica também!!
Aproveitando, parabéns pelo programa!!
Parabéns pra você Luciano...você é o melhor!!!
Uma música maravilhosa, uma narração impressionante e uma edição explendida...
Assine o RSS dos comentários