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Continuando a série que trata de liberdade de expressão e censura, o programa da semana trará opiniões sobre o caso do humorista Rafinha Bastos que acha que pode dizer o que quiser e agora está sendo perseguido. Você concorda com a punição que ele recebeu? Ou acha que é pouco? Será que começou a temporada de caça aos humoristas? Até aos que exercitam seus dotes no mercado publicitário criando comerciais considerados atentados à moral da mulher brasileira? Não sabemos onde isso vai dar, mas temos nossas suspeitas. Na trilha sonora, aquela festa: Zé da Velha com Silvério Pontes, Trio Madeira Brasil, Ná Ozetti, Edvaldo Santana, Os Boêmios, a turma do CQC e até a Gisele Bündchen! Apresentação de Luciano Pires.
Bom dia, boa tarde, boa noite. E começou a temporada de caça aos humoristas. Qualquer humorista, ora, até aqaueles que exercitam seus dotes no mercado publicitário criando comerciais considerados atentados à moral da mulher brasileira. Sei lá onde vai dar isso, mas tenho minhas suspeitas...
O programa de hoje vai nessa linha, ainda tratando de liberdade de expressão e de seus limites. Desculpem se estou insistindo nesse assunto, mas julgo de extrema importância ao menos saber contra o que estamos lutando.
Pra começar uma frase de Grouxo Marx, que não é parente daquele velho comunista:
Humor é a razão enlouquecendo.
E o exemplar de meu livro NÓIS...QUI INVERTEMO AS COISA, desta semana, vai para, para... Aruan Pereira Costa, que comentou o programa O CORRETO POLITICAMENTE INCORRETO assim:
“Olá, Luciano. Me chamo Aruan e não sei se consigo mais ouvir falar do politicamente incorreto, na minha opnião, de forma tão ingênua.
É provável que eu não consiga ser claro, mas vou tentar.
Eu concordo completamente quando você diz e rediz que não podemos julgar outros tempos pelos critérios de hoje. Assim, nessa visão, criticar nosso querido escritor José de Alencar por ser um escravocrata é não aceitar ou não entender o contexto social e econômico de uma outra época. É ostentar um etnocentrismo justificado pela ignorância.
Agora, eu não ainda consigo aceitar você tão arduamente levantando essa bandeira do ‘politicamente incorreto’ sem conseguir olhar o nosso contexto social atual. Admirando você, Luciano Pires, sua forma de pensar, seu senso crítico e polêmico, prefiro pensar que você afirma o que afirma pois conhece sua audiência, instigando a pensar diferente, por um nova perspectiva. No entanto, para isso, é preciso que essas pessoas tenham uma visão mais clara e aberta do que é o mundo. Digo tudo isso pois acredito que o politicamente incorreto ganha sua força por vivermos uma sociedade construída em cima de mentes fechadas, preconceitos e intolerâncias que só são combatidos através de ‘leis’. Um exemplo disso é a luta contra a criação diária dos sites (neo)nazistas ou de pedofilia. Não é essa uma censura necessária?
Eu, você, parte de seus ouvintes e o Rafinha Bastos temos ciência de que cantar atirei o pau no gato ou nega do cabelo duro não significa apologia à violência contra os animais ou racismo contra negros.
O problema está nas pessoas que fazem usos desses discursos para justificar – e até esconder – suas idéias medíocres sendo evacuadas para ostentar atitudes preconceituosas, racistas, machistas e homofóbicas.”
Pois é Aruan, acho que você não conseguiu ser claro, não. Onde é que eu defendo arduamente a bandeira do politicamente incorreto? O que eu defendo é a liberdade sem excessos.
O politicamente incorreto e o politicamente correto - em seus extremos - são ferramentas de controle social, uma forma de escolher onde aplicar censura, só isso. A censura à apologia ao nazismo e pedofilia nem deve entrar nesta discussão do politicamente correto ou incorreto. Isso é coisa de polícia. Cadeia neles!
O Aruan ganhou o livro pois escreveu para o programa. E você aí, se anima?
Bem quem parece que quem levou a onda de caça aos humoristas ao extremo da loucura foi Rafinha Bastos, o grosseiro humorista que despontou no programa CQC. Cada vez que ele abre a boca voa merda para algum lado, algumas vezes engraçadas, mas muitas vezes apenas bobas. A coisa ficou feia mesmo quando ele soltou esta barbaridade no programa CQC em rede nacional:
Pesado, sem graça e grosseiro... Pois vamos seguir no assunto aproveitando um texto chamado “Sarcasmo, retórica e burrice artificial”, escrito pelo Luiz Cebola e publicado no Blog do Cebola...
Ao fundo você ouvirá COCHICHANDO, de Pixinguinha, com o Trio Madeira Brasil...
A felicidade costuma ser inversamente proporcional ao grau de informação de uma pessoa. Talvez isso explique o fato de sermos um país ainda miserável, mas cada vez mais alegre. Vivemos uma epidemia de idiotice.
A revista "indispensável" está cada vez mais descartável e, assim como a líder em audiência televisiva, continua se mantendo de pé graças à inércia intelectual do seu público.
Somos todos brasileiros cordiais (e preguiçosos) que aceitam tudo que os meios de comunicação oferecem. Da pior música ao texto mais medíocre, deglutimos nossa cultura Big Mac e nos deliciamos com a "dieta do palhaço" sem nos preocupar com as consequências: se as artérias entupirem é só fazer uma angioplastia que depois o plano cobre. Que mal há em atrofiar nossos neurônios com lixo cultural? E daí que ele me destrói, se isso me distrai? Partindo desse raciocínio caminhamos para a teoria do "pão e circo" e o resto vira filosofia barata.
Tento em vão buscar uma explicação para termos atingido tal grau de letargia intelectual, e posso afirmar com segurança que tudo não começou com o Big Bang.
Na verdade, pensei em escrever esse post logo depois que o Rafinha Bastos foi suspenso do CQC por conta da sua língua solta (se é que isso não é mais um golpe de RP). Na verdade "mesmo", foi depois de observar a repercussão do caso ao ler uma enquete publicada no site da Folha que dava mais de 50% de "apoio" à sua punição.
Espera um pouco... quer dizer que mais da metade dos fãs do cara mais influente do twitter agora quer crucificá-lo? Que país é este? (que só piorou depois que esse refrão foi composto).
Outro dia lí em uma camiseta que o "Sarcasmo é a habilidade de insultar os idiotas sem que eles percebam". Podemos julgar a arte de insultar do Rafinha como ruim... mas só os idiotas se ofendem com retórica.
Uma língua afiada talvez consiga iniciar uma revolução, mas jamais será tão perniciosa como a censura, a tortura, a fome ou a corrupção.
Quando pega muito pesado, Seth MacFarlane (criador do desenho animado Family Guy de quem sou fã de carteirinha) costuma colocar na boca das suas personagens a seguinte fala: - Isso aqui é só um desenho animado, mané! E assim faz piadas sexistas, racistas, com doentes, minorias etc. E daí? Isso faz dele um monstro ou um cronista genial da mediocridade e hipocrisia da nossa sociedade?
Se a Gisele Bündchen quer ficar só de calcinha pra estourar o limite do meu cartão, qual o problema? Eu aproveitaria isso ao máximo e ainda deixava a fatura ir pro pau... Isso é retórica... ou bobagens ditas quando estamos de porre e que ficam ainda mais engraçadas quando a plateia bebeu mais do que você.
O que na realidade acontece com essa nova geração de "comediantes" é que eles ainda fazem um humor colegial, com um texto pobre que não demanda muita informação referencial do seu público. Mas funciona... e por inércia eles vão se atolando nesse formato até entupir as artérias de um público cada vez menos exigente.
Mas há exceções pontuais: O Marco Luque contando o lance da menina que não queria molhar a "chapinha" era Seinfeld da melhor qualidade! O Danilo Gentili tentando desgrudar as páginas da Playboy da Gretchen, na entrevista como repórter inexperiente, foi impagável.
Mas o "sucesso" os transforma em "celebridades" e aí vêm os patrocinadores, amigos dos amigos, cunhados, sócios... A história é cíclica. É só ver o que era o Casseta no papel e o que ele virou na Globo.
Opa...que tal EU, HEIN? De Felisberto Martins com os sócios do Café Brasil Zé da velha e Silvério Pontes...não canso de tocar esses caras...
E terminando o texto do Cebola.
Será que um dia atingiremos o nível de um Saturday Night Live, que sacaneia até empresas como a GE, dona do canal NBC (em que é exibido), em pleno horário nobre?
Com a entrada do Comedy Central aqui no Brasil, talvez isso aconteça. É deles a série "Roast", que coloca no mesmo palco várias celebridades, como Charlie Sheen, disparando insultos pesados umas contra as outras. O Danilo tenta algo parecido com seu Mesa Vermelha, mas de forma ainda muito tímida. Bem, ele será uma das estrelas do novo canal. Quem sabe?
O fato é que os pais do capitalismo descobriram há muito tempo que quanto melhor o show, maior o business...o contrário nem sempre dá certo.
Disseram que voltei americanizada
Me disseram que eu voltei americanizada
Com o burro do dinheiro
Que estou muito rica
Que não suporto mais o breque do pandeiro
E fico arrepiada ouvindo uma cuíca
Disseram que com as mãos
Estou preocupada
E corre por aí
Que eu sei certo zum zum
Que já não tenho molho, ritmo, nem nada
E dos balangandans já "nem" existe mais nenhum
Mas pra cima de mim, pra que tanto veneno
Eu posso lá ficar americanizada
Eu que nasci com o samba e vivo no sereno
Topando a noite inteira a velha batucada
Nas rodas de malandro minhas preferidas
Eu digo mesmo eu te amo, e nunca "I love you"
Enquanto houver Brasil
Na hora da comidas
Eu sou do camarão ensopadinho com chuchu
Que delícia! Você está ouvindo DISSERAM QUE EU VOLTEI AMERICANIZADA, samba que Luiz Peixoto e Vicente Paiva fizeram para Carmem Miranda gravar em 1949 rebatendo as críticas de que teria perdido sua brasilidade nos Estados Unidos. Aqui você ouve na voz deliciosa de Ná Ozetti. Será que dá pra americanizar o humor dos brasileiros?
Pois é... vamos então a um outro ponto de vista? Desta vez com Os loucos, os tolos e os deuses, de Ed René Kivitz, que foi publicado nas Iscas Intelectuais do Portal Café Brasil.
Ao fundo vamos com a valsa A ÚLTIMA INSPIRAÇÃO, do alagoano José Fernandes de Paula, compositor que entrou para a história com o apelido PETERPAN. Aqui na interpretação do grupo OS BOÊMIOS.
Limite para liberdade soa como contra senso. Mas não é.
A razão é simples: dividimos o mundo com mais de 6 bilhões de pessoas. Quem leu Freud sabe disso: “a civilização descreve a soma integral das realizações e regulamentos que distinguem nossas vidas das de nossos antepassados animais, e que servem a dois intuitos, a saber: o de proteger os homens contra a natureza e o de ajustar os seus relacionamentos mútuos”.
Em outras palavras, para sobreviver num universo hostil, cujas forças da natureza espalham sofrimento e desolação, e em meio às gentes dominadas por paixões e com tendências à violência, o ser humano precisa engolir o sapo de aceitar limites à sua liberdade. Não é sem razão que muita gente vive com ânsias de vômito.
A questão, portanto, é distinguir quais são os tais limites à liberdade que devem ser aceitos daqueles contra os quais devemos nos rebelar.
Há os que escolhem a própria consciência como paradigma único: eu sou assim faço o que quero não admito negociar meus valores não me submeto a regras idiotas não me curvo às autoridades me recuso a manter minha consciência nas fronteiras do socialmente aceitável e politicamente correto.
Muitos desses foram loucos, ou rebeldes sem causa, idiotinhas vendendo a alma pelos seus 15 minutos de fama, alguns tantos movidos pelos demônios dos infernos, e outros inescrupulosos prepotentes, coisa de mau caratismo mesmo.
Mas não há como negar que muitos desses que pensaram e viveram fora da caixa foram profetas construtores de novos paradigmas de civilização, personalidades à frente de seu tempo que hoje reverenciamos, e um deles até hoje é considerado Deus - Jesus de Nazaré.
Esses últimos tinham em comum que quase nenhum escolheu ser quem foi, quase todos lutaram com todas as forças tentando negar o que eram e, com uma exceção, jamais imaginaram que no futuro ocupariam a prateleira das personalidades inspirativas da humanidade. Quem acredita que é, quase sempre não é.
O bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Meu carro é vermelho
Não uso espelho pra me pentear
Botinha sem meia
E só na areia eu sei trabalhar
Cabelo na testa, sou o dono da festa
Pertenço aos Dez Mais
Se você quiser experimentar
Sei que vai gostar
Meu carro é vermelho
Não uso espelho pra me pentear
Botinha sem meia
E só na areia eu sei trabalhar
Cabelo na testa, sou o dono da festa
Pertenço aos Dez Mais
Se você quiser experimentar
Sei que vai gostar
Quando eu apareço o comentário é geral
- Ele é o bom, é o bom demais
Ter muitas garotas para mim é normal
Eu sou o bom, entre os Dez Mais
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Meu carro é vermelho
Não uso espelho pra me pentear
Botinha sem meia
E só na areia eu sei trabalhar
Cabelo na testa, sou o dono da festa
Pertenço aos Dez Mais
Se você quiser experimentar
Sei que vai gostar
Quando eu apareço o comentário é geral
- Ele é o bom, é o bom demais
Ter muitas garotas para mim é normal
Eu sou o bom, entre os Dez Mais
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Que tal hein? Eduardo Araujo de Carlos Imperial , O bom. Essa é de 1967.
Voltando ao texto do Ed René Kivitz.
A maioria dos mortais, entretanto, escolhe viver nos limites da média dos valores consensados por suas respectivas sociedades. Os lúcidos questionam os valores coletivos à luz de seus valores pessoais e aceitam o fato inevitável de que o jogo comunitário exige três passos para frente, dois passos para trás, e humildemente submetem suas convicções particulares ao crivo coletivo, acreditando que no conflito e no debate das ideias, a média dos valores consensados vai sendo qualificada no esforço de todos pelo bem comum.
Os limites às liberdades individuais são definidos, portanto, pela média dos valores consensados por uma sociedade.
Cada sociedade tem seus valores considerados sagrados ou intocáveis. Em 2005, o jornal dinamarquês Jyllands-Posten publicou as 12 caricaturas intituladas “Os rostos de Maomé” que, em janeiro de 2006, foram também publicadas na revista norueguesa Magazinet.
A polêmica foi grande e os grupos islâmicos radicais protestaram com veemência o fato de alguém ousar fazer humor com Allah e Maomé.
O mesmo acontece com a comunidade judaica que legitimamente protesta contra o desrespeito à memória do Holocausto, e com os negros que corretamente se ofendem com as piadas de cunho racista.
Mas no Brasil sobram anedotas com o Cristo crucificado. A diferença é clara: cada sociedade tem sua média consensada de valores considerados sagrados, seus níveis de tolerância para as diferentes maneiras como podem ou devem ser tratados, e sua índole peculiar que permite maior e menor flexibilidade na manipulação de seus afetos.
Essa é a razão porque os brasileiros somos capazes de chorar o luto dos nossos ídolos e contar piadas a respeito deles ao mesmo tempo. Ayrton Senna recebeu tanto o melhor do nosso riso quanto de nossas lágrimas.
Mas uma coisa não se pode negar. Quando alguém cruza a linha e resvala, ainda que irresponsável e displicentemente, no que é considerado sagrado e intocável por uma sociedade, qualquer que seja ela, a resposta é imediata e contundente. O comentário de Rafinha Bastos a respeito de Wanessa Camargo e seu ventre materno extrapolou os limites aceitáveis.
No Brasil, você pode contar piada sobre Jesus, José e Maria, mas não pode fazer graça com pedofilia. Quem não respeita limites impostos pelo consenso para a sua liberdade, cedo ou tarde acaba crucificado. O tempo se encarrega de mostrar se o morto será esquecido como louco, sepultado como tolo, ou adorado como Deus.
Ufa! Eu adorei esses pontos de vista, e você? O Cebola, com sua argumentação de que “só os idiotas se ofendem com retórica” e o Ed dizendo que “quem não respeita limites impostos pelo consenso para a sua liberdade, cedo ou tarde acaba crucificado”, tem tudo a ver com os programas anteriores onde tratei de tolerância. E acho que é por aí mesmo.
Existe um manual sobre ética escrito, que define o que se pode e o que não se pode fazer. São as leis e a Constituição do país.
Mas existe um outro manual não escrito, que o Ed muito bem definiu como o consenso popular que determina o que é e o que não é de bom tom. Ir contra esse manual muitas vezes é necessário, até mesmo para abrir os olhos da sociedade para certos progressos morais que exigem novas atitudes. Mas passarinho que come pedra sabe o cu que tem...
Quando Deus quer até o diabo ajuda
Tem muita coisa que acontece comigo
Que eu distraído nem percebo
Já me disseram que eu corro perigo
E que um falso amigo trama em segredo
Eu faço força pra tomar cuidado
Mas esqueço de tudo depois que eu bebo
Essa maneira de ser protegido
Pelo inimigo eu perdi o medo
Quando Deus quer até o diabo ajuda – bis
Estava certo que eu era um sujeito
Que chegou no mundo para dar errado
Até pensava que fosse castigo
Por eu ter crescido lá no Lajeado
O privilégio de fazer um som
De caminha suave para qualquer lado
É o mistério de ser protegido
Bola de menino domingo passado
Quando Deus quer até o diabo ajuda – bis
Eu acredito muito na franqueza
E na liberdade que me orienta
Não há motivo pra virar a mesa
Se tem confiança não há violência
O céu azul escuro do outono
Álibi da lua que me inocenta
É o desejo de ser protegido
Pelo índio rindo em câmera lenta
E é assim, ao som de QUANDO DEUS QUER ATÉ O DIABO AJUDA, de e com EDVALDO SANTANA que o Café Brasil de hoje que tratou mais uma vez de liberdade de expressão vai saindo de mansinho.
Com o libertino Lalá Moreira na técnica, a libertária Ciça Camargo na produção e eu, o liberal Luciano Pires na direção e apresentação.
Estiveram conosco o ouvinte Aruan Pereira Costa, Eduardo Araujo, Zé da Velha com Silvério Pontes, Trio Madeira Brasil, Ná Ozetti, Edvaldo Santana, Os Boêmios, a turma do CQC e Gisele Bundchen.
Este é o Café Brasil, um programa ouvido por gente que tem mais de dois neurônios funcionais, disposta a ver o mundo sob vários ângulos e a fim de fazer acontecer. Que tal você dividir esse cafezinho conosco? www.portalcafebrasil.com.br.
Pra terminar, uma frase do filósofo Kierkegaard:
As pessoas exigem liberdade de expressão como compensação para a liberdade de pensamento que elas raramente utilizam.

Comentários
Tinha mandado uma msg semelhante a essa, mas não sei se chegou, sei que aqui é mais certo. Como é que eu recebo a premiação daquele podcast? Só um detalhe, com autógrafo o livro fica mais bonito, rsrs. Se não for abusar em demasia, peço-lhe isso. rs
Felicidades!
As vezes penso que essa vigilancia cabe unica e exclusivamente a "Familia".
No tempo de ginasio, tinhamos aulas de "OSPB", eu tinha um professor o Sebastiao, ele sempre batia na mesma tecla, quando o assunto era educacao, respeito, carater,etc..., e vinha com a boa e velha frase:"A Familia e a Celula Mater da sociedade".
Acho que o conceito de familia hoje em dia esta ficando de lado, largado.
A Familia constroi o carater , a sociedade formula a etica!
Um Abraco, Luciano
Quero falar a respeito deste programa, não para defender o Rafinha Bastos, mas claro, para expor um outro tipo de reflexão:
Será que caso a Wanessa Camargo não fosse esposa de quem é, e este marido dela não fosse o cara que fosse, todo este bafafá teria acontecido?
Será que caso o Rafinha tivesse brincado com qualquer outra personalidade que não tivesse tantos contatos por aí decididos a aumentar a popularidade de certas pessoas, isto teria tido tanta importância?
Estes dias li no facebook a seguinte frase: Wanessa, a piada do Rafinha Bastos foi desnecessária, porém suas músicas também são e ninguém te processa por isso. rs.
Engraçado, porém mais ainda, mostra que tudo cai na velha relatividade, pois tudo depende. Depende de quem fala, depende de quem ouve, depende de quem julga. Para alguns, as músicas da Wanessa podem ser boas, para outros, as piadas do Rafinha Bastos também.
Quem você é, quem você conhece, o que faz, fazem toda a diferença no julgamento que as pessoas fazem sobre você, e infelizmente essa coisa de respeito não existe para todos.
Vejo mil brincadeiras super sem graça todos os dias em programas de humor, e agora, principalmente, pela internet, sendo que todos eles, de alguma forma, fazem o maior sucesso.
O Felipe Neto é um ótimo exemplo, (http://www.youtube.com/watch?v=H9-hRC_VhAw) que não para de criticar os outros de uma maneira horrível, com o maior preconceito do mundo, tem mais de 3 milhões de views e quase 90% de aprovação, o que só me leva a um pensamento: Será que é o Rafinha Bastos que está errado ou serão todos estes que dão esta audiência a este tipo de humor? O pior são os jovens, que tem cada vez mais contato com isso e entendem que o que é popular é bom, portanto não só aprovam o preconceito e o julgamento superficial como também agem dessa forma.
É isto. Parabéns pelo programa, alias a toda a produção. Gosto muito de tudo.
E quero um livro também, mas não se preocupe caso não seja minha a bola da vez. Vou tentar muitas outras e comentar sempre por aqui.
Abs.
Nao falarei sobre o programa de hoje, e sim da minha descoberta:
Me encontrei com seu portal a poucos dias por indicação de um aluno de Personal. Eu comentava que me sentia mais inteligente quando era pseudo vagabunda, ou seja não trabalhava. Pois tinha tempo para explorar a televisão até as madrugas. Hoje com a obrigação de cumprir horarios, não posso me dar esse luxo. E não vejo graça nos programas comuns da teve. Foi ai que o Leo, me indicou o seu portal. Me recemendou que antes de mais nada ouvisse os programas 224 e 235. Era a semana do programa Tolerancia Zero, que gostei muito.Alem de Personal Training trabalho com gestão de pessoas, e usarei esse referido programa na proxima reunião, no meiado de novembro. Depois te escrevo contando como foi. Graças a recomendação do Leo com relação aos programas anteriores é que entendi a importancia de escrever, e por isso estou enviando essas linhas.
Quero parabenizar pelo grande trabalho, é sensacional, e tenho certeza que já sabe disso.
O formato me lembra as radio-novelas, é divertido e instigante.
Por hoje é só, até uma próxima.
Muito bom esse podcast, sempre atual e relevante. Quero dizer que concordo com o que foi expresso no programa, bem como com as opiniões da ouvinte Thaynann Javarroni.
Parabéns a todos, podcasteiros e ouvintes.
Sou português, então imagine-se o que tenho ouvido de piadas por toda a vida. E careca também, entáo...
Sempre ri de piadas de portugueses e carecas, e às vezes eu mesmo as contava, o que deixava os interlocutores com cara de "e agora, como vou sacanear esse cara".
Mas se alguém vem dizer na TV ou em qualquer mídia, ou deixa patente em grupos algo que pode chegar a teus ouvidos como "comeria a mulher dele e a filha", sinceramente se estivesse mais perto dava-lhe uma porrada.
O cara não pode ser chamado de humorista, escracho e palavrões em grande parte na medida certa eram os da Dercy e do Costinha. Apelação e grosseria não denotam inteligência. E, para se fazer um ótimo humor a inteligência é algo básico.
Abraços
Thomas Korontai
Primeiro a crítica, pois é conhecido pela ciência que o incentivo negativo(punição) é mais eficaz no processo de aprendizagem do que o incentivo positivo(prêmio). O Brasileiro é cordial, cordial ao ponto de ACREDITAR que o bem comum é o desejo de todo ser humano. ERRADO. Explico porque, mas primeiro uma estorinha...
Lá pelos idos de 1620, Thomas Hobbes escreveu O Contrato Social, livro que tentou explicar porque o ser humano se organiza em sociedade. Lá o senhor Hobbes argumenta especificamente que o ser humano estava desiludido estando sem uma organização maior e que em um belo dia os homens se juntaram e formaram uma sociedade VISANDO O PROGRESSO, A EFICIÊNCIA E A FELICIDADE DE TODOS, PARA O BEM DE TODOS. Thomas Hobbes quase acertou... A ideia real que ele não teve coragem ou inteligência para perceber é que o ser humano se organizou em sociedade, abdicou de alguns direitos individuais e criou regras coletivas PARA SE PROTEGER DOS OUTROS! Sim, dos outros humanos, dentro da mesma sociedade! O ponto principal é que o Egoísmo é a essência das liberdades. Richard Dawkins explica de maneira excelente no livro O Gene Egoísta esta ideia que reproduzo. Neste livro ele afirma que o ser humano e TODA A NATUREZA tem o Egoísmo em sua essência primária, desde plantas. incetos, mamíferos, peixes etc. e o ser humano. Sendo o egoísmo, visto não como juizo de valor, mas como atributo de uma entidade qualquer, ele foi essencial para a evolução da espécie e, sendo essencial, não podemos dizer que ele SUMIU de uma hora para outra na genética da humanidade. A resposta para esse paragrafo é que Thomas Hobbes errou, o ser humano se juntou em sociedade NÃO visando o bem, comum, o bem de todos, mas visando o SEU bem. Todo humano adoraria ser poderoso, mandar e desmandar, decidir o que os outros farão, MESMO QUE SEJA UMA PESSOA BOA. Entende? O ser humano tem o egoísmo em sua essência e Thomas Hobbes errou!
Sou um cara que estudou Direito na melhor universidade de São Paulo até o ponto de perceber que tudo aquilo que ensinavam estava baseado em premissas falsas, como essa que acabei de demonstrar. O bem de todos, a ajuda ao necessitado e, indo ao extremo, a vontade de causar dano a si mesmo em benefício do OUTRO, freud explica, como você bem disse. Essa troca freud explica muito bem, mas não chega a Richard Dawkins e concluí que é uma troca EGOÍSTA. se assim fosse ele não escreveria como lí no livro 'Totem e Tabu', do mesmo, que "O ser humano só inventou leis que proibam atitudes que o próprio humano é propício a realizar". No inicio das organizações humanas, as sociedades totêmicas que freud estudou, no livro, não criavam regras que proibiam o 'bondoso' humano de colocar a mão no fogo, isso ele já não fazia. As leis são e eram criadas para proibir o homo sapiens de fazer aquilo que ele estava propício a fazer, freud escreveu. Portanto o objetivo principal de todos os homens é serem poderoso, mesmo que sejam bondosos, rs. Interessante isso não? Portanto, terminando meu argumento, digo para todos esses comentários inúteis, que dizem que o Rafinha bastos deve ser "crucificado", que ele passou dos limites pois feriu a ética e os bons costumes e falou coisas que não podem ser faladas o seguinte: Não percam seu tempo, bando de imbecis, além de obvio que o que ele disse, em circunstancias não humorísticas, é um tabu para todos vocês, continua sendo em um programa de humor, com o objetivo de fazer você rir da vida, do mundo, do circo que é essa ideia ridícula de O BEM PARA TODOS. Hipócritas.
Por fim, luciano, parabéns pela colocação sutil deste podcast! Adorei! E que mais pessoas com coragem de falar as verdades que devem ser ditas, desta sociedade burra e hipócrita que ao mesmo tempo admira o fulano e ao mesmo tempo quer ver o cara morto. Aceitem que a vida em sociedade é todos tentando ser melhor que todos. E a vida continua..Wanessa Camargo não é uma pessoa que traz alguma diferença na vida de vocês. Ela só está preocupada com a sua própria. É por isso que quer prender o infeliz do Rafinha Bastos que traz um pouco de impacto na vida das pessoas e faz os mesmos saírem da inércia cognitiva que a mídia bombardeia todos.
"We are dealing with the best-educated generation in history. But they've got a brain dressed up with nowhere to go."
Timothy Leary
Há Braços
Parabéns pelo seu programa Os limites do consenso.
Acredito que o Humor brasileiro está entrando em uma nova era, é muito comum supervalorizarmos o passado, mas certamente foi e é um choque você vêr um professor pedir pra aluna “gostosinha da sala” apagar o quadro só pra ele e seus alunos ficarem olhando a bunda desta aluna que propositalmente rebola com sua micro saia enquanto cumpre o que o professora pediu. Ou ainda ter um aluno preferido e não perder a oportunidade de utilizá-lo para humilhar outros que não fizeram o dever de casa mostrando sua superioridade aos demais. Sem contar o aluno que com presentinhos sempre comprava o professor, arrancando-lhe nota máxima em todas questões. Esta era a escolinha do professor Raimundo que estreava na Globo em agosto de 1990 porém este formato de professor e alunos já existia na rádio desde os anos 30, sendo classificado hoje como humor sadio, inocente. Inocente?
Nosso povo encontra em programas como CQC e Pânico na TV o circo para fechar seu cardápio regado a pão. Mas e o que de positivo podemos tirar disso?
Sem entrar na questão qualidade, já que esta não pode ser medida em detrimento ao nosso passado, nenhuma outra mídia tem o acesso aos nossos parlamentares como estes programas humorísticos, que fazem questão de ironicamente tocarem em assuntos delicados (pra não dizer podres) destes “representantes do povo” nos mostrando o quão fúteis e ignorantes eles são em atualidades, conhecimentos gerais e corrupção.
Apesar de acreditar que a grande audiência destes programas é capaz de reeleger o palhaço, apenas pra rir mais 4 anos dele nos corredores de Brasília, sou otimista, e vejo como positivo este tipo de humor, pois sempre que o vejo dou muitas risadas, mas o gosto que fica deste quadro é o da indignação, repúdio e revolta com estes ladrões de terno e gravata eleitos por nós. Mas sem esse tipo de quadro, como que saberíamos que o deputado X não sabe sequer o que ele assina nos corredores do planalto, apenas porque uma atriz bonita pediu pra ele assinar, ou ainda que sequer sabe o significado de siglas das comissões que ele mesmo faz parte.
Acho que mais importante que conhecer nossos inimigos, é conhecer nossos amigos, pois pior que o conflito, é o consenso.
Tai uma coisa que gostaria de ver você falar um dia, como administrar o consenso, pois imagine a situação:
Estamos em 3 amigos assistindo TV, um sugere de irmos pescar, porque sabe que eu gosto de pescar. Apesar de eu não estar afim, topo e o terceiro acha bacana, apenas para não ficar sozinho. Fomos os 3, pescamos a tarde inteira, e meu amigo volta feliz pois fez algo que não queria achando que estava me agradando. Eu fui achando que estava agradando meu amigo que sugeriu, e o 3° mais ainda acreditando ter agradado dois amigos queridos.
No final, todos fizeram algo que não queriam em consenso.
O que você acha sobre isso, talvez seja mais difícil administrar o consenso que o conflito, não?
Forte abraço,
Celso Prada – 29 anos - Pimenta/MG
Primeiro chamou a Daniela Albuquerque de cadela depois que comeria a Wanessa e o filho dela e para fechar com chave de ouro pediu para a repórter da folha chupar o grosso e vascularizado pau dele..
Na boa até o humor tem que ter limite. O pior disso tudo é que , acabou manchando a imagem do CQC, que , destoava como um programa de humor inteligente e sem apelação.
Não acho inteligente, chamar uma mulher de cadela, só porque ela não conseguiu falar uma palavra. O Marco Luque, outro humorista do mesmo programa, imitaria a situação, ou simplesmente daria uma gargalhada. Agora no caso da Wanessa pelo amor de Deus. Se o cara simplesmente pensasse um pouco falaria. "Ela tá gostosa grávida" "eu pegava ela grávida mesmo", creio que só quem ficaria puto seria o marido dela. Mas não o "fodão" quer falar o que vem na cabeça. Como diriam os meus avós, quem fala o que quer ouve o que não quer. E o Rafinhas Bastos não só ouviu ,mas também perdeu o emprego, será processado e possivelmente as emissoras pensarão duas vezes antes de contratá-lo. Parabéns pela prepotência.
Gostaria de comentar acerca do vencedor do livro que falou falou e eu tambem não consegui entender nada.
Disse bonito em palavras escolhidas e termos complexos e bem emendados. Porém, a meu ver claro, comentou sobre comentários e posicionamentos pessoais do autor (Luciano) como se as outras opiniões que não se alinhassem às suas teriam de ser desconsideradas. Expor a minha opinião mas respeitando a dos outros é sim forma correta de se abrir um forum, uma maneira de evoluir considerações e permitir que a maioria, numa ampla democracia, obtenha seu retorno.
Sobre Rafinha, prefiro sequer comentar. A caça aos humoristas não deveria ser apenas feita atraves dos blogs e das paginas independentes, mas sim com aramas mais letais. Um bom choque elétrico talvez fizesse esse cidadão acordar e entender que ele está frente a microfones e com as janelas escancaradas para as pessoas e suas familias.
Espero que esse episódio sirva para que ele amadureça, como pessoas abtes de mais nada, pois como humorista ultrapassou limites da ética e do respeito ao cidadão.
Não importa, a meu ver, fosse quem fosse a pessoa envolvida o artista do improviso deve cuidar de suas palavras.
Será que eu mereço o mesmo livro?
Abraços
Penso que a punição mais dolorosa é a que mexe com o bolso. Então sim, foi uma justa punição. Não acho que tenha começado a caçada aos humoristas, o problema foi o exagero da piada nas falas desnecessárias do Rafinha Bastos. A gravidez é um momento especial para a mulher e o nascimento de um filho é soma de dois aguardado com carinho. Brincar de forma grotesca ultrapassa a liberdade de imprensa. O casal agiu certo, pois a "gracinha" com a criança caiu indigesta justo onde no Brasil há diversas campanhas contra a pedofilia. Não achei graça da piada, aliás me senti ofendida. Quem tem filho e o ama toma para si a indignação da Vanessa e do marido. Quanto ao comercial da Gisele, não vejo motivos para o vetarem. O comercial retratou bem o que a mulher faz intimamente com esperteza para seduzir o marido. Não vejo no comercial a Gisele como mulher objeto, mas como mulher astuta! Bem, estas são minhas opiniões. E como diz o dito "(...) não quero ter razão, eu quero é ser feliz!".
Mais uma vez seirei breve em meus comentários.
Eu gosto muito de dois "ditos"
"O seu direito acaba quando começa o do outro" e "Não faça ao próximo, aquilo que "realmente" você não gostaira que fizessem a você" .
A pessoas que consegue realizar estas duas frazes não precisa se preocupar com o politicamente correto ou incorreto.
Até mais.
acredito que a questão principal aqui é o machismo que está bastante presente em nossa sociedade, o Rafinha Bastos é um formador de opinião e em um país como o Brasil em que a população é composta por papagaios que apenas repetem o que vêm em noticiários e revistas influentes, uma opinião destas estimula este tipo de comportamento que não cabe mais no mundo de hoje. O Rafinha merece sim ser punido, sei que toda a repercussão da sua piada se deve a fatores que vão além do assunto em si, por mais que seja na base da "carteirada" uma punição fica de exemplo para outros que compactuem da mesma opinião, e faz com que eles pensem duas vezes antes de trazer isso a tona. Quem ganha no final das contas é a sociedade.
Precisamos muito rapidamente acabar com o “isto me ofendeu” acabar com o “brasileiro vítima” ou “coitadinho” somos uma nação e como tal devemos rir das diferenças e fazer piadas com mulher grávida sim, principalmente se ela for uma celebridade.
Agora a ofensa não existe, ninguém ofende ninguém, as pessoas que se ofendem, é bem diferente. Me chamem de FDP, vou rir, dar gargalhadas.
Mas repito, não existe limite para liberdade de expressão. Se colocarmos limite, teremos na verdade um dirigismo de expressão. E dirigismo, neste caso é censura pura e simples, o que não podemos admitir em hipótese alguma.
Se pegarmos o início do stand-up ainda com José Vasconcelos, o grande Zé que chegou a gravar discos de piadas e foi homenageado diversas vezes, veremos que ele também fazia piadas xenofóbicas, preconceituosas e racistas, mas e daí, ele também nos fazia rir até dar dor de barriga.
Por favor, brasileiros, aceitem as diferenças culturais, raciais e culturais do nosso povo, não se ofendam jamais com nada, mas saibam separar o que é perspicácia e inteligência do que não tem o menor fundamento humorístico.
Eu odiei a piada do Rafinha, achei que não teve a menor graça, acho até que a BAND deu um gelo nele não como punição por ter dito uma besteira daquela, mas para que ele passasse por um processo de reciclagem e melhorasse seu humor. Eu acho o Rafinha um cara bom, mas ultimamente perdeu bastante sua capacidade de nos fazer rir.
Ademais, Luciano, acho o café Brasil bom demais para perder tempo com uma discussão tola como esta. Mas já sei qual será o final do cafébrasil, posso desenhá-lo. O seu final será ser vendido para a propaganda e começar a discutir somente temas que não coloque o patrocinador numa situação complicada.
Imagina se um grande executivo do Itaú tivesse que ter sua foto mostrada como foi a do Rafinha sendo fichado pela polícia, você mostraria hein?
Luciano, você é bom demais, leio seus textos e ouço seus programas a um tempão, mas confesso, estou começando a achar que você precisa de uma reciclagem.
- No teatro as pessoas que vem na "sua casa" você tem o direito de falar o que quiser... já na TV você entra na casa das pessoas, portanto deve medir suas palavras...
Acho que esse foi exatamente o erro do Rafinha... ele não mudou seu estilo, não colocou um "filtro" em seus comentários. Concordo que foi extremamente infeliz no seu comentário sobre a Wanessa e orgulhoso por não se retratar.
Vamos ver onde isto vai parar...
Conheci o podcast graças à minha irmã mais velha, que vendo meu interesse em conhecer mais, me mostrou o cast como mais uma fonte de debate.
Enfim, tenho assistido a varios programas seus, e gostado de todos eles, uns mais e outros mais ainda, como por exemplo o BOHEMIAN RHAPSODY. Fantástico!
Prosseguindo, me deparei com uma situação na qual fiquei sem saber como me expressar, e imaginei que pudesse criar um programa, sobre o tema. Estava conversando com um amigo e ao debatermos a origem da sociedade, e as bases em que firmamos nosso acordo social, percebi que algo se perdeu, hj eh amplamente aceita a violência policial (em certos casos), o controle social por parte do Estado com câmeras e policiamento ostensivo... (para prevenir). De forma que nos tornamos prisioneiros de nossa 'segurança'. Espero que tenha entendido o questionamento, 'de onde e pq existem as leis, qual o "espirito" por trás das leis, a quem a lei deve servir ?'
De resto, parabéns pelo podcast, trabalho fantástico.
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