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O podcast desta semana é outro daqueles especiais. Luciano Pires recebe dois grandes amigos, Beto Hora e Alaor Coutinho. Além de contar como suas carreiras se cruzaram, falam sobre o humor que é feito hoje no Brasil. Mas não perdem a chance de passar pela história e homenagear grandes artistas que deixaram nossas vidas mais divertidas, como Costinha, Golias, Ary Toledo, Chico Anysio, Zé Bonitinho, Dercy, Juca Chaves, Zé Vasconcelos, Didi e Zacarias, entre outros. Mas também entram na dança Tiririca, Walter Stuart, Roni Rios, Bolinha, Wanderléia, Chacrinha, Orlando Silva, Nelson Gonçalves, Sai de Baixo, Tv Pirata, Agnaldo Timóteo, A Grande Família, Arnaud Rodrigues, Simonal, Mussum, Ted Moy Marino, Os insociáveis, Marcelo Adnet e Villa Lobos.E o Beto e o Alaor ainda trazem Maria Betânia, Jerry Adriani, Martinha, Tim Maia e Cauby Peixoto. Ufa! Na trilha sonora, mais riqueza pro papo: Guzzi, Dori Caymmi, Djavan, Alvarenga e Ranchinho, Quatro Ventos, Orlando Silva, Marisa Monte, Paulinho da Viola, Chico Buarque, Raimundo Fagner e Egberto Gismonti. Apresentação de Luciano Pires.
Bom dia, boa tarde, boa noite! Bem vindo a mais um Café Brasil especial, um programa mais longo e diferente do que você costuma ouvir. Hoje a gente vai se divertir um bocado. Trago ao programa dois queridos amigo pra conversar sobre música, rádio e humor. Eu acho que você vai se divertir...
Pra começar, que tal uma frase de um humorista brasileiro que a moçada desconhece? Leon Eliachar, que um dia disse assim:
Humor é a arte de fazer cócegas no raciocínio.
O nosso prêmio da semana vai para....Fábio Ribas, que comentou o programa A PRESIDENTA FOI ESTUDANTA? assim:
“Estava aqui apreciando mais um cafezinho e certamente atento aos petardos entremeio as canções. Outro dia minha namorada comentou que a pesar de não estar errado o termo presidenta soava muito mal, assim como “ponhar”. Já pensou Luciano, você “ponhando” suas idéias em prática e maltratando o idioma? Certamente é apenas mais uma do nosso português, mas que os donos das palavras as manobram muito bem. Como diria Odorico Paraguaçu, as nuances das palavras são “apenasmente” lapidadas para atender os caprichos de quem os fala. Seja na ignorância dos matutos ou na astúcia dos políticos. Parabéns Luciano e um forte abraço.”
Pois então o Fábio ganhou o meu livro BRASILEIROS POCOTÓ apenasmente porque escreveu um comentário. E você? Tire a abundância da cadeira e manda um também, pô!
O programa de hoje é especial. Assim, não teremos aqui o texto completo. Mas as letras das músicas e os participantes dop nosso cafezinho estão aqui para seu deleite. Divirta-se!
Cumpadre Como é que ta tu?
Cumpadre como é que ta tu
Cumpadre como é que tu ta
Não tão bem quanto vancê
Mas vo indo devagar
To com tudo, to com tudo
Eu sou mesmo felizardo
To com tudo meu cumpadre
To com tudo empenhado
Cumpadre como é que ta tu
Cumpadre como é que tu ta
Não tão bem quanto vancê
Mas vo indo devagar
Casamento e loteria
Vou dizer, sou muito franco
Me casei, fui conferir
O bilhete tava branco
Cumpadre como é que ta tu
Cumpadre como é que tu ta
Não tão bem quanto vancê
Mas vo indo devagar
Roubaram minha muié
Só pra me fazer sofrer
Eu procuro o ladrão
Quero lhe agradecer
Cumpadre como é que ta tu
Cumpadre como é que tu ta
Não tão bem quanto vancê
Mas vo indo devagar
Minha casa pegou fogo
Ardeu tudo de repente
Minha sogra tava dentro
Veja como to contente
Tijolinho
Eu sei se esperar mais um pouquinho
Meu amor e meu carinho a você vou dar
Sem me arrepender
Demorei mas encontrei você e é sincera
E agora não já quero mais esta longa espera
Por que?
Você é meu amorzinho
Você é meu amorzão
Você é um tijolinho
Que faltava na minha construção
É verdade, é verdade, é verdade
Solo:
Você é meu amorzinho
Você é meu amorzão
Você é um tijolinho
Que faltava na minha construção
Você é meu amorzinho
Você é meu amorzão
Você é um tijolinho
Que faltava na minha construção
É verdade, é verdade, é verdade
Alegre Menina
Oh! que fizeste, sultão, de mim alegre menina?
Palácio real lhe dei, um trono de pedraria
Sapato bordado a ouro, esmeraldas e rubis
Ametista para os dedos, vestidos de diamantes
Escravas para serví-la, um lugar no meu dossel
E a chamei de rainha, e a chamei de rainha
Oh! que fizeste, sultão, de minha alegre menina?
Só desejava campina, colher as flores do mato
Só desejava um espelho de vidro prá se mirar
Só desejava do sol calor para bem viver
Só desejava o luar de prata prá repousar
Só desejava o amor dos homens prá bem amar
Só desejava o amor dos homens prá bem amar
No baile real levei a tua alegre menina
Vestida de realeza, com princesas conversou
Com doutores praticou, dançou a dança faceira
Bebeu o vinho mais caro, mordeu fruta estrangeira
Entrou nos braços do rei, rainha mais verdadeira
Entrou nos braços do rei, rainha a mais verdadeira..
Bom dia Mister Eco!
Bom dia Mister Eco - Eco, eco, eco, eco
Como vai do reumatismo - tismo, tismo, tismo, tismo
Estás apaixonado - nado, nado, nado, nado
Ou é só estrabismo - bismo, bismo, bismo, bismo
Vou contar a sua história - tória, tória, tória, tória
História de amor - amor, amor, amor, amor
Da mulher que mais adora - dora, dora, dora, dora
E por quem se suicidou - cidou, cidou, cidou, cidou
Mister Eco deu um grito - grito, grito, grito, grito
e o eco não respondeu - pondeu, pondeu, pondeu, pondeu
e ela muito triste - triste, triste, triste, triste
bebeu veneno e morreu - morreu, morreu, morreu, morreu
Mister Eco quando viu - viu, viu, viu, viu
Sentiu uma dor profunda - funda, funda, funda, funda
Ao vê-la ali na lousa - lousa, lousa, lousa, lousa
Tua bela moribunda. Ah, Ah, Ah,
Eh, sumiu i eco hein cumpadre.
Sinal Fechado
– Olá! Como vai?
– Eu vou indo. E você, tudo bem?
– Tudo bem! Eu vou indo, correndo pegar meu lugar no futuro... E
você?
– Tudo bem! Eu vou indo, em busca de um sono tranqüilo...
Quem sabe?
– Quanto tempo!
– Pois é, quanto tempo!
– Me perdoe a pressa - é a alma dos nossos negócios!
– Qual, não tem de quê! Eu também só ando a cem!
– Quando é que você telefona? Precisamos nos ver por aí!
– Pra semana, prometo, talvez nos vejamos...Quem sabe?
– Quanto tempo!
– Pois é...quanto tempo!
– Tanta coisa que eu tinha a dizer, mas eu sumi na poeira das
ruas...
– Eu também tenho algo a dizer, mas me foge à lembrança!
– Por favor, telefone - Eu preciso beber alguma coisa,
rapidamente...
– Pra semana...
– O sinal...
– Eu procuro você...
– Vai abrir, vai abrir...
– Eu prometo, não esqueço, não esqueço...
– Por favor, não esqueça, não esqueça...
– Adeus!
– Adeus!
– Adeus!
Rosa
Tu és, divina e graciosa
Estátua majestosa do amor
Por Deus esculturada
E formada com ardor
Da alma da mais linda flor
De mais ativo olor
Que na vida é preferida pelo beija-flor
Se Deus me fora tão clemente
Aqui nesse ambiente de luz
Formada numa tela deslumbrante e bela
Teu coração junto ao meu lanceado
Pregado e crucificado sobre a rósea cruz
Do arfante peito seu
Tu és a forma ideal
Estátua magistral oh alma perenal
Do meu primeiro amor, sublime amor
Tu és de Deus a soberana flor
Tu és de Deus a criação
Que em todo coração sepultas um amor
O riso, a fé, a dor
Em sândalos olentes cheios de sabor
Em vozes tão dolentes como um sonho em flor
És láctea estrela
És mãe da realeza
És tudo enfim que tem de belo
Em todo resplendor da santa natureza
Perdão, se ouso confessar-te
Eu hei de sempre amar-te
Oh flor meu peito não resiste
Oh meu Deus o quanto é triste
A incerteza de um amor
Que mais me faz penar em esperar
Em conduzir-te um dia
Ao pé do altar
Jurar, aos pés do onipotente
Em preces comoventes de dor
E receber a unção da tua gratidão
Depois de remir meus desejos
Em nuvens de beijos
Hei de envolver-te até meu padecer
De todo fenecer
E é assim, ao som de Trenzinho Caipira que o Café Brasil que contou com meus amigos Alaor Coutinho e Beto Hora, vai embora.
Espero que você tenha se divertido como eu me diverti aqui!
Com Lalá Moreira rindo de montão na técnica, Ciça Camargo rolando de rir na produção e eu, Luciano Pires na direção e apresentação.
Estiveram conosco hoje: Paulinho da Viola, Chico Buarque, Fagner, Egberto Gismonti com Trenzinho caipira, Orlando Silva, Marisa Monte, Alvarenga e Ranchinho, Djavan, Guzzi, Dori Caymmi e um time de humoristas que fizeram a história deste Brasil. E claro,o Beto Hora e o Alaor.
As referências que aparecem neste programa você encontra no Portal Café Brasil.
Quer mais? Visite www.portalcafebrasil.com.br
E pra terminar, eu escolhi a dedo, uma frase de Charlie Chaplin, que um dia disse assim:
Um dia sem risada é um dia desperdiçado.

Gratuito!
Comentários
Assisti sua palestra agora há pouco, em Mogi das Cruzes.
Mesmo sendo um comunicador brilhante e os recursos multimídia da apresentação sejam primorosos, diria que essas características não foram as mais importantes.
O mais importante da palestra foi o testemunho de que o sonho é possível e que precisamos vivenciar Guimarães Rosa: "Deus está em tudo, mas o diabo nos detalhes" ou no banheiro !!!
Parabéns.
Ontem a noite acabei de ler seu livro sobre o everest (só faltam as dicas de " como escolher suas botas" e demais equipamentos...), e durante a noite, fiquei pensando que deveria te escrever, apenas para que vc soubesse algumas sensações que seu livro provoca....
Primeiro que, antes de comprar seu livro, todas as criticas que eu li diziam que era um livro inteligente, divertido, e que, como num bate papo, depois que se começa a ler, não resta outra alternativa senão " devorá-lo" ( o livro!!!), ainda mais para quem, como eu, está planejando fazer o mesmo.....
Segundo que, depois de inumeros livros que eu já tinha lido sobre o tema, sempre escrito por alpinistas profissionais que, como vc cita, " não sentem fome, não sentem frio, não ficam cansados", eu acrescentaria ainda..." não sentem vontade de fazer cocô"!!!!!
Achei incrivel a diferença entre ler a descrição de " uma pessoa comum" sobre a montanha e a aventura de estar lá, e ler sobre a experiencia de um profissional! (não preciso dizer que me encaixei perfeitamente na primeira " equipe"...)
Outra coisa que me chamou atenção, foi qd vc mencionou que....sua maior decepção foi ver que, após todos os preparativos, após tudo passado e emoções vividas e sentidas na viagem.....voce jamais conseguiria passar isso para alguém que nunca esteve lá!!!!
Incrivel como se sente essa sensação, a cada " viagem incrivel" que a gente faz....a sensação de que, não só " o sonho acabou", mas tb que.....não tem como partilhar com alguém que não esteve lá!!!!
É uma sensação de perda, quase uma " depressão pós parto" acredito, mesmo que eu nunca tenha tido filhos.....
Bem, por isso, quero te dizer duas coisas.....uma que, estamos partilhando com vc, cada passinho, cada emoção da primeira parte, dos preparativos, das descobretas, das decisões, cada friozinho na barriga, cada noite rolando na cama se imaginando cada vez mais perto, com medos, com coragem, com curiosidade, com uma indescritivel ansiedade........ estamos passando por cada etapa, exatamente como vc descreve....com a diferença que, 10 anos depois, acredito que as coisas tenham ficado mais faceis, mais acessiveis, prova disso, é que temos seu livro pra ler!
Outra coisa que....mesmo que vc não tenha podido nunca explicar, mostrar, fazer sentir o que vc viveu, com pessoas que nunca estiveram lá....pense que, ao escrever esse livro, vc certamente impulsionou inumeras pessoas a fazer o mesmo, e mais tarde entao, entender e partilhar com vc....acredito que só isso já seja algo semelhante aomo sentir " há....meu filho cresceu!"
Em breve, estaremos realmente sentindo a etapa de estar lá e, depois, infelizmente...a etapa de " o sonho acabou", a " depressão pós parto"......
Por hora.....sinta-se honrado, sinta-se " missão cumprida", prá vc, porque vc FOI, FOI MESMo, CONSEGUIU, e prá nós, " pessoas comuns".....muito agradecidos por ter partilhado sua experiência através da escrita....AGORA SÓ NÓS RESTA VIVÊ-LA!!!!!
Um grande abraço, obrigada pelo livro, pela grande dica do Elias e de todas as suas informações e.....CADÊ O LIVRO DO KILIMANJARO????????????
Valeska
Domingo, 5 de dezembro, sofri um acidente de bike. Mais precisamente Montain Bike.
Tive os processos transversos da L1, L2 e L3 fraturados.
Estive hospitalizado por uma semana e logo nos primeiros dias, ainda grogue pela forte medicação ( as dores eram lascinantes) recebi a visita de um amigo, Rodrigo Muller, que me levou o "Seu Everest" para eu ler.
Nesta primeira semana não tive possibilidade de ler, pois tinha que permanecer imóvel por 23 horas e 45 minutos no dia.
Fitava o livro ao lado louco paraq devorá-lo.
Comecei a lê-lo 3 dias após ter tido alta do hospital, e terminei de ler as abinhas do Eduardo Bueno neste instante.
Sempre estive determinado a terminar minha terceira tarefa mais importante na vida: escrever um livro, pois o filho eu ja tinha tido e a árvore eu ja plantara. O seu Everest me deu o empurrão que faltava.
Antes mesmo de terminar de ler o seu comecei a escrever o meu.
São situações completamente distintas, nada a ver, mas os riscos foram os mesmos, a sensação de aventura foi a mesma e principalmente a vontade de realizar alguma coisa foi a mesma.
Vou colocar em um livro um acidente que durou 2 segundos, mas que mudou minha vida.
Quando terminar meu livro, ainda sem título, e apenas com a primeira e segundas páginas escritas (esta ficando bom demais), vou mandar um exemplar pra você.
Parabéns por seu Everest.
Como diz Bueno, acima de qualquer coisa o livro é bom de ler.
Saudações,
Wagner Sarchis
grande abraço à todos.
Comecei a ler seu livro "O Meu Everest" em 2007 e ainda não terminei. Não pretendo terminar de ler assim que comprar outro. Todos os que eu emprestei para alguns amigos, ninguém me devolveu. O último eu resolvi dar de presente mesmo, foi para um grande colega de trabalho que até o Peru subir o Everest dele. O meu Everest ainda é o Morro do Açu, em Petrópolis, um Everest bem humilde, que até hoje não terminei. Então eu descobri com a sabedoria infinita das crianças outro dia o motivo de tudo isso. Montava um quebra-cabeças com a minha filha de 8 anos. Coisa rara aqui em casa, com uma televisão em cada ambiente num ap de 60m2. As coisas começaram a mudar quando começou a faltar espaço para os livros. Um TV já se foi. Agora mudei o assunto, voltei pro acampamento-base. Lá estamos conscientes para montar quebra-cabeças que nunca terminamos. Ficamos craques, eu e ela. Comprei um de 5000 peças, um desafio... o último... na última peça eis que ela desmontou tudo. E simples assim me falou para começarmos tudo de novo... a alegria era não chegar ao fim. Percebi que nem tudo precisamos terminar. Quem inventou a roda não pensou que ela um dia poderia estar numa Ferrari e num Fusca. Não terminarei de ler o seu Everest, e nem tentarei chegar no acampamento-base do verdadeiro Everest. Não terminarei esse texto em 3636 caracteres que faltavam. Muito importante é começar e não desistir de começar todas as vezes que preciso.
Grande Abraço
Claudio Belloni
Tio, tô testando a ferramenta !
Bjs no Luciano, na Mari, no Michel , na Lilian e a essa altura, esse time já deve estar bem maior.
Esta provado que para nós não há limites, o limite somos nós que fazemos, só precisamos tomar cuidado com as pedras no caminho. Uma grande lição, de vida e de trabalho.
Obrigado Luciano Pires, por nos passar esta visão.
Ouço o Café Brasil há algum tempo e sempre achei os programas excepcionais (bem acima da média do que é feito no Brasil em podcasts!), mas ao terminar de ouvir esse episódio TIVE que comentar.
Fiquei realmente emocionado ao ouvir o Beto Hora (se não me engano) pedir uma música em homenagem a sua (dele) mãe.
Há 3 meses perdi meu amado pai que sempre foi um amante da boa música e que, desde que eu era um pivete, me ensinou a gostar do que REALMENTE é bom.
Nem esperei terminar o programa e já sai a procura de algum CD de Altemar Dutra, o cantor preferido dele, e de "Eu nunca mais vou te esquecer", música que nem preciso dizer o quanto me toca!
Ao ouví-la, lembrei-me dos momentos em que passei com ele e do quanto sou feliz por ter convivido com ser tão especial.
Não poderia deixar de agradecer a você e aos convidados por ter me incitado a ouvir novamente músicas de ídolos e ícones de meu velho pai, como Nelson Gonçalvez, Dolores Duran, Chico e Altemar.
Muito obrigado, fica a minha dívida de gratidão!
Estou deixando meu comentário para tornar essa relação de uma epibiose e fica mais simbiótica, afinal porque não posso fazer este pequeno exercício se quero e desejo a melhoria/continuidade deste maravilho podcast-musical. Que me instiga, me faz pensar, e torna meus dias/meses/anos em uma forma extremamente positiva.
Obrigado Luciano por insistir e existir, Agora que estou começando a chegar na minha juventude (30 anos), minhas idéias, concepções e “achismos” estão sofrendo algumas modificações, e estão sendo altamente influenciadas pelo café-brasil, vide o podcast, onde um ouvinte comentou da participação de um banco, e achei sua resposta clara, exata e certa, tenho levado minha vida a seguir exatamente este tipo de caminho.
Bem Muito obrigado por fazer este podcast, para finalizar senão não paro de escrever (o difícil e começar), fica a dica de botar pequenos link para publicar o post do podcast no Twitter e no Facebook, acho que essa ação ajudaria na divulgação deste podcast.
Um Abraço.
Abraço!
Penso muito em o que irei passar pro meu filho em questão de músicas, humor, e arte em geral. Hoje, tudo isso esta muito descartável, cada dia uma banda nasce, faz um sucesso instantâneo e some, aliás musicas muitas vezes muito ruim,
para conseguir mas musicas realmente de qualidade tem que procurar a fundo pois essas não são as que estão tocando nas radios ou que estão nas mais baixadas do iTunes.
Porém, ainda bem que existe que sempre trás musicas de excelente qualidade. Obrigado por nos brindar com um cast tão bom, parabens luciano e até semana que vem.
Tenho um grupo de amigos que se incluem na minoria de jovens que gostam de velharias musicais e culturais. A maioria das pessoas me olham torto quando digo que gosto de Black Sabbath, Pink Floyd e Mutantes.
Meu irmão, quando estava na faculdade, morou numa república. Poucos meses antes de sair de lá, em decorrência de sua formatura, entrou um novo morador. Era um cara filho do Ique, um dos roteiristas do Zorra Total. Certo dia, Ique foi visitar a república, e meu irmão não resistiu e perguntou: "Ique, na boa... o Zorra Total é muito ruim. Por que a Globo continua passando aquilo?"
Ique respondeu algo mais ou menos assim: "Cara, você acha que eu não sei que aquilo é ridículo? Mas infelizmente é o que dá IBOPE. Na época que tentamos elevar um pouco o 'nível', a audiência começou a cair. Então, tivemos que voltar como era antes". Vejo isso acontecendo muito no meio musical também: muitos músicos vão tocar em bandinhas de forró universitário e pagode porque dá dinheiro. Mas na verdade, queriam montar uma banda de rock, samba de raíz ou até algo mais erudito, porém morreriam de fome. É muito triste o desvalor que a cultura tem no Brasil.
Parabéns por mais um programa excepcional, Luciano. Esse formato "papo de bar" é muito comum nos podcasts brasileiros, mas estamos em falta desse papo entre pessoas mais velhas e experientes, com mais histórias pra contar. Beto e ALaor são duas figuras, e espero ouví-los outras vezes aqui no Café Brasil.
Grande abraço, e sucesso!
Tenho o costume de separar os meus podcasts preferidos em duas categorias: os que são seguros para locais públicos e os que vão me fazer passar vergonha. O Café Brasil se encaixa na primeira categoria - idéias legais, boa conversa e diversas surpresas musicais.
E hoje você me fez passar vergonha.
Iniciei meu almoço com o programa 238 - Não recuse imitações. Primeira surpresa do dia: mudei minha opinião sobre Costinha, Juca Chaves. Considerava ambos ótimos humoristas (do tipo que não tem lugar do dia de hoje) e de repente eles tomam outra roupagem. Tornam-se heróis da resistência para mim.
Agora a vergonha. Caminho eu na Av. Paulista, de volta ao escritório, quando me entra Costinha em uma de suas performances. Segurei o riso mas achei interessante. Mas aí me entra Zé Vasconcelos e a narração de futebol...
Bicho.
Gargalhadas no meio da rua, coloquei a mão na boca para evitar maior escândalo. Mais Zé Vasconcelos, comecei a chorar de rir. As pessoas passavam por mim me olhando estranho. Uma senhora me pára e pergunta se estou bem.
Apesar da vergonha, muito obrigado mesmo pelas gargalhadas.
Um forte abraço,
Ricardo Castro
Beijos
Partir para a acabativa, define tudo.
Marcelo Andrioli, CART, Bauru.
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