Bohemian Rhapsody

07 Ago 2011
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"Bohemian Rhapsody" é uma canção composta por Freddie Mercury, gravada originalmente pela banda Queen em 1975 no álbum A Night at the Opera. Esta canção possui uma estrutura musical incomum para a música popular, o que a faz ser considerada por muitos uma obra de rock progressivo.

Suas seis sessões não possuem um refrão. Foi lançada como compacto e tornou-se um estrondoso sucesso comercial. Ela esteve em 4 álbuns do Queen entre os 20 mais vendidos e teve um videoclipe que ficou conhecido mundialmente, marcando a carreira da banda.

Essa música foi cantada também por Elton John junto com Axl Rose no tributo a Freddie Mercury em 1992. Também foi gravada por Montserrat Caballe junto com Bruce Dickson no álbum Friends for life de 1997.

Em 2010 foi gravada uma versão para o seriado estadunidense Glee.

Em 2008 uma pesquisa realizada com 10 mil pessoas no Reino Unido mostrou que "Bohemian Rhapsody", foi eleita a melhor canção rock de todos os tempos.

Em 2011, foi utilizada no comercial de lançamento do Volkswagen Fox Rock in Rio.

Esta música tem alusões diversas à Alegoria da Caverna de Platão ao contar a história de um homem que tenta sair de seu "mundo de aparências" e encontrar um "mundo real".

Nessa busca, ele se depara com um grupo de seres do seu mundo aparente tentando puxá-lo de volta para seu mundo de origem. Mesmo enquanto é puxado, seus olhos começam a se abrir para ver o céu, ver a verdade, mas não suporta o poder de seus inimigos, e é puxado de volta para o mundo das aparências, permanecendo lá, não conseguindo fugir ou lembrar-se do que aconteceu antes de uma suposta lavagem cerebral.

http://va.mu/RYtW - Representação da letra do clássico Bohemian Rhapsody

http://va.mu/RYwy - Bohemian Rapsody - partituras

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários  

 
0 # Ricardo Olivati 09-02-2012 12:21
Simplesmente magnifico comentário e tributo a essa grande música do Queen, que teve o brilho do vocal de Fredie Mercury.
Valeu Luciano
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0 # Everaldo Júnior 11-02-2012 00:40
Bom dia, boa tarde, boa noite!
Primeiramente gostaria de pedir desculpas pela demora em escrever um comentário. Eu tinha uma desculpa que era fim de ano e temporada de vestibular, mas quando as férias chegaram a maldita inercia me pegou. Eu sempre adiando, falava para mim mesmo: “Amanhã eu escrevo.” Benjamin Franklin morreria de vergonha de mim. Mas quando li seu artigo “Tamanha não é documento” nenhuma propriedade física pôde me deter.
Gostaria de agradecer pelas inúmeras horas que você me acompanhou pelas estradas do Brasil, pois nos últimos dois meses de 2011, eu, meus pais e minha irmã fizemos uma maratona de Café Brasil enquanto viajávamos em função dos meus terríveis e temíveis vestibulares. Só você para fazer uma criança de 8 cantarolar Francisco Alves e João Gilberto.
É quase inconcebível o fato de você fazer pocasts sobre Bohemian Rhapsody e Ai se eu te pego. Tenho que admitir que quando peguei meu iPod e coloquei o Café Brasil para tocar e começou um “Nossa,Nossa, Assim Você Me Mata”, dei muita risada, tentando imaginar que rumo aquilo tomaria (e olha que sou do Mato Grosso Do SUL). Uma sensação um tanto diferente tomou conta de mim quando ouvi aquelas primeiras notas de piano de Bohemian Rhapsody . Estava novamente na estrada quando ouvi este podcast, mas desta vez sozinho em um ônibus, e não arrisquei olhar ao lado, para ver a reação das pessoas a minha volta ao presenciarem o meu êxtase, mas posso afirmar: elas não me achram normal, ahn se elas soubessem...

Eu sempre gostei muito daquela musica, mas obviamente não a conheço há tanto tempo quanto você, pois tenho apenas 18 anos e estou em uma fase de descobrimento e formação do meu gosto musical, que aliás foi fortemente abalado por você, mas ainda assim quase fui a loucura com as diferentes versões tocadas, em especial a do William Shatner, “cara era o capitão Kirk cantando Queen !!!!”

Agradeço muito por fazer o que você faz, confesso que gerou muitas discussões em minha família, e me levou a mudar meus conceitos sobe muitas coisa, e formar a respeito de outras. E para finalizar gostaria parabenizá-lo por esse incrível trabalho que recomendo ao máximo de pessoas possíveis, e desejar muitíssima boa sorte para despocotizar esse gigante verde e amarelo.
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0 # Rafael Ribeiro 12-02-2012 17:08
Bom dia, Luciano!

Primeiramente, sou também um dos que nunca comentaram o seu programa, apenar de sempre escutar os seus “puxões de orelha” no início de cada um deles. Portanto, começava cada programa seu com uma gostosa gargalhada! Faz um pouco mais de um ano que moro na África do Sul e sempre estou acompanhando o “Café Brasil” e as notícias de nossa terrinha. Sempre levanto as questões que você trata com os colegas de trabalho, gerando frutíferas discussões! E até mais: indico para alguns amigos sulafricanos que querem aprender o português brasileiro a seguir o seu podcast, pois além de terem o contato com a língua em si, sempre é garantia ouvir de a boa música brasileira e citações de poemas!

Mas vamos lá no comentário propriamente dito, pois esse tema que você escolheu sobre a música do Queen me intimou a escrever!

Meu nome é Rafael, tenho os meus 27 anos de idade e sempre escutei rock, por influência de minha mãe e meu irmão mais velho. Em um Natal passado, acredito no ano que eu havia 16 anos de idade, ganhei um CD do Greatest Hits 2 do Queen de presente de amigo secreto. Era para inaugurar o nosso primeiro aparelho de som com CD. Foi nessa ocasião quem eu conheci o Queen, com seus alguns dos seus grandes hits, tais como Innuendo e The Show Must Go On. Fiquei muito surpreso com a qualidade das músicas, o som peculiar de guitarra do Brian May e da voz viciante do Fred Mercury. Desde criança eu sempre fui muito curioso (hoje exerço a profissão de físico!) e como havia ganhado o Greatest Hits 2, isso significava que havia o 1! Não vou me prolongar mais, mas o resultado você deve imaginar: fui na raiz da banda, seja com ajuda da internet ou nas casas de sebo que vendiam os LPs. Cheguei então no espetacular primeiro cd deles intitulado de apenas "Queen", com o Fred Mercury cabeludo com seus dentes frontais bem salientes! Fantástico o trabalho deles, algo que eu tenho total certeza que não estaria errado em dizer que está mesmo nível de qualidade de Bohemian Rhapsody, desde no quesito da música em si, melodia, letra, quanto nas emoções que elas causam. Citarei apenas três músicas: "Great King Rat", "My Fair King" e "Liar".

Como o seu podcast me proporcionou inúmeras reflexões, surpresas, discussões com amigos e familiares em diversos temas que você tem escolhido, gostaria de fazer a minha parte e sugerir aos seus ouvintes (inclusive você, Luciano) que não conheciam o Queen, ou talvez conheciam apenas os “hits” da banda, a procurar os CDs mais antigos deles, tais como o citado “Queen”, o “Queen II” e o “A Night of the Opera”. Hoje em dia, as faixas desses CDs estão acessíveis via YouTube, ou seja, não perde-se nenhum tempo para encontrá-las! Tenho total certeza que aqueles que gostaram e gostam de “Bohemian Rhapsody”, vão gostar das faixas desses CDs... palavra (um pouco suspeita, por definição) de fã!

Um grande abraço e muito obrigado pelo seu excelente trabalho! Daqui a um ano comentarei novamente...
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